Novo remédio para osteoporose deve chegar ao SUS em 180 dias
A incorporação do ácido zoledrônico atende a uma recomendação da Conitec (Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias)
Saúde|Da Agência Brasil

Em portaria publicada nesta quinta (21) no DOU (Diário Oficial da União), o Ministério da Saúde decidiu incorporar na lista de medicamentos oferecidos pelo SUS (Sistema Único de Saúde) o ácido zoledrônico, medicamento utilizado para o tratamento de pacientes com osteoporose que apresentam intolerância ou dificuldades de deglutição dos bisfosfonatos orais.
A incorporação do medicamento atende a uma recomendação da Conitec (Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias) à pasta. Segundo a portaria, o medicamento deverá ser oferecido à população no SUS no prazo máximo de 180 dias.
A osteoporose atinge o metabolismo dos ossos, diminuindo a massa óssea e comprometendo a estrutura dos tecidos responsáveis pela formação dos ossos. A doença é a principal causa de fratura em pessoas acima de 50 anos.
O PCDT (Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas) do MS já disponibiliza no âmbito do SUS o uso de vitamina D e cálcio, raloxifeno, estrógenos conjugados, calcitonina (spray nasal) e os bisfosfonatos orais (alendronato e risedronato) para o tratamento de pacientes com osteoporose.
De acordo com a Conitec, a incorporação do ácido zoledrônico se deve, entre outras razões, a sua alta capacidade de se ligar ao osso mineralizado. Ao ser administrado, o medicamento age rapidamente no osso, inibindo o desequilíbrio entre a reabsorção de cálcio e a remodelação óssea.
Suplementação de ômega 3 traz benefícios para o coração e mente
O ômega 3 está no grupo de gorduras que fazem bem à saúde. De forma natural, ele é encontrado em peixes de águas frias, como salmão e sardinha, e em vegetais, como algas, nozes, chia e linhaça. A suplementação por meio de cápsulas virou moda há algum ...
O ômega 3 está no grupo de gorduras que fazem bem à saúde. De forma natural, ele é encontrado em peixes de águas frias, como salmão e sardinha, e em vegetais, como algas, nozes, chia e linhaça. A suplementação por meio de cápsulas virou moda há algum tempo e não sem motivo: o nutriente ajuda em importantes funções do organismo humano




![A ação da cápsula se dá no sangue e no cérebro.
“O EPA [ácido eicosapentaenoico] presente no ômega 3 é capaz de impedir a formação de
plaquetas nos vasos sanguíneos – o acúmulo dessas substâncias forma coágulos que
podem levar a complicações como acidente vascular cerebral (AVC) ou
trombose. Já o DHA [ácido docosahexaenoico] tem ação no cérebro, com propriedades antioxidantes que são neuroprotetoras,
capazes de melhorar a comunicação entre os neurônios e prevenir a deterioração
cerebral”, ressalta a nutricionista](https://newr7-r7-prod.web.arc-cdn.net/resizer/v2/7QWSDO53YVPPRORJC7THQ4GOPE.jpg?auth=f762f786ba17da3c980f74ba475137351171ac73df5e0f77201975a4e6cfa9c0&width=770&height=433)
![Essa suplementação só é contraindicada a pessoas
alérgicas a peixes. Nesse caso, a opção é usar cápsulas feitas a partir de
vegetal. Mulheres grávidas e pessoas com prótese cardíaca só podem ingerir cápsulas de ômega 3 com
a orientação médica.
Não há uma contraindicação, mas é importante prestar
atenção, conforme ressalta a nutricionista Gabriela Cilla.
“A gente tem a formação de EPDHA, que são óleos que formam o ômega 3. Se a pessoa compra um produtor de menor qualidade e com formação de
EPDHA maior, pode ter as questões alérgicas associadas, porque é uma forma de
óleo e a gente tem a produção de prostaglandinas, que são [moléculas] produtoras de dor. Se a
pessoa tem uma crise de enxaqueca, provavelmente é por isso.”](https://newr7-r7-prod.web.arc-cdn.net/resizer/v2/FZ4L4G4K25K67KL6G6K45YQQ4I.jpg?auth=c64d2d5ae9c507b352456bf81cf3559955fe8d1ad43a0f1754481eb74ed03c49&width=770&height=578)















