Surto de varíola do macaco

Saúde Número de casos globais de varíola do macaco dobra em cinco dias e passa de 600

Número de casos globais de varíola do macaco dobra em cinco dias e passa de 600

Monitoramento organizado por universidades mostra que quase 30 países já detectaram indivíduos com a doença desde o primeiro diagnóstico, em 7 de maio

  • Saúde | Do R7

Casos suspeitos passam de uma centena em 12 países, incluindo o Brasil

Casos suspeitos passam de uma centena em 12 países, incluindo o Brasil

Reprodução/Reuters

O número de casos confirmados de varíola do macaco em todo o mundo superou a marca de 600 no início da tarde desta terça-feira (31), o dobro do observado há cinco dias pelo monitoramento em tempo real da iniciativa Global.health, que reúne pesquisadores de universidades como Harvard e Oxford.

Vinte e nove países já têm ao menos um diagnóstico confirmado. A Inglaterra lidera a lista, seguida da Espanha e de Portugal. Veja o número de casos atualizado até as 13h30 (horário de Brasília) de hoje:

• Inglaterra: 183
• Espanha: 132
• Portugal: 100
• Alemanha: 38
• Países Baixos: 26
• Canadá: 26
• França: 17
• Estados Unidos: 15
• Itália: 13
• Bélgica: 9
• República Tcheca:
• Escócia: 4
• Suécia: 4
• Suíça: 4 
• Emirados Árabes Unidos: 4
• Argentina: 2
• Austrália: 2
• Dinamarca: 2
• Irlanda: 2
• Irlanda do Norte: 2
• Israel: 2
• Eslovênia: 2
• Áustria: 1
• Finlândia: 1
• Hungria: 1
• Malta: 1
• México: 1
• Noruega: 1
• País de Gales: 1

Outros 124 casos eram apontados em 12 países, inclusive três no Brasil. Os casos suspeitos investigados estão no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Ceará.

A própria OMS (Organização Mundial da Saúde) espera que o número de diagnósticos de varíola do macaco aumente nos próximos dias devido ao fortalecimento dos serviços de vigilância epidemiológica em locais onde o surto é mais significativo.

Enquanto isso, especialistas tentam entender como uma doença considerada de difícil transmissão entre humanos se espalha tão rapidamente em países onde nunca havia sido detectada e sem que haja relação entre muitos casos – tampouco histórico de viagens para áreas onde ela é endêmica (países da África equatorial).

Arte/R7

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