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Pressão de 12 por 8 passa a ser considerada pré-hipertensão, segundo nova diretriz

Documento com a redefinição foi divulgado nesta quinta-feira (18) no 80º Congresso Brasileiro de Cardiologia

Saúde|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A nova Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial classifica pressões de 12 por 8 a 13,9 por 8,9 como pré-hipertensão.
  • Não significa que o paciente já tem pressão alta, mas indica risco aumentado de hipertensão.
  • Objetivo é promover mudanças de hábitos saudáveis antes de iniciar tratamentos medicamentosos.
  • A pressão considerada adequada para hipertensos cai de 14 por 9 para 13 por 8 segundo a nova diretriz.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Nova medida não significa que o paciente já tenha pressão alta, mas indica um risco aumentado Imagem gerada por inteligência artificial

A nova Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial 2025, divulgada nesta quinta-feira (18) no 80º Congresso Brasileiro de Cardiologia, que acontece em São Paulo, passou a classificar como pré-hipertensão os valores entre 12 por 8 e 13,9 por 8,9 (120-139 mmHg sistólica e/ou 80-89 mmHg diastólica).


Segundo o documento, elaborado pela Sociedade Brasileira de Cardiologia, pela Sociedade Brasileira de Nefrologia e pela Sociedade Brasileira de Hipertensão, a medida não significa que o paciente já tenha pressão alta, mas indica um risco aumentado.

O objetivo é identificar precocemente quem pode evoluir para hipertensão e incentivar mudanças de hábitos, como alimentação mais saudável, prática de exercícios, controle do estresse e melhora do sono, antes de recorrer a medicamentos.


A mudança acompanha diretrizes internacionais. Em 2024, no Congresso Europeu de Cardiologia, a pressão de 12 por 8 passou a ser considerada pressão arterial elevada.

Outra novidade importante está no tratamento. Antes, aceitava-se como adequado manter a pressão abaixo de 14 por 9 (140/90 mmHg). Agora, o aceitável passa a ser menor que 13 por 8 (130/80 mmHg) para todos os pacientes hipertensos.


De acordo com o documento, essa abordagem mais restritiva é fundamentada na evidência de que níveis mais baixos de pressão arterial podem diminuir significativamente o risco de complicações graves, incluindo infarto e AVC (Acidente Vascular Cerebral).

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