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Relembre os principais momentos da pandemia de Covid nos últimos três anos

Disseminação do coronavírus teve momentos importantes, como os países em confinamento, surgimento de variantes e a criação de vacinas em tempo recorde

Saúde|Do R7


Homem com máscara caminha no mercado da China, em 2020
Homem com máscara caminha no mercado da China, em 2020

Desde sua detecção, no fim de 2019 na China, à suspensão da situação de emergência sanitária mundial, a Covid-19 passou por uma fase de propagação pandêmica, com muitas variantes, que deixou milhões de mortos e paralisou a economia global.

Surgimento

Em 31 de dezembro de 2019, a OMS (Organização Mundial da Saúde) recebe a informação de casos de uma pneumonia "de origem desconhecida" na cidade chinesa de Wuhan (centro).

Em 7 de janeiro de 2020, a causa é identificada: um novo vírus da família dos coronavírus. Quatro dias depois, a China anuncia a primeira morte oficial provocada por uma doença que posteriormente se chamaria Covid-19.

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Em 23 de janeiro, as autoridades confinam toda a população de Wuhan para tentar conter a epidemia.

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O primeiro óbito oficial fora da Ásia é registrado em 15 de fevereiro: um turista chinês hospitalizado na França.

Pandemia

Em 6 de março, a epidemia supera a marca dos 100 mil casos no mundo. A Itália, primeiro país europeu afetado, impõe um confinamento no norte, que depois estende ao resto do território.

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A Europa se entrincheira

Em 16 de março, a Alemanha insta sua população a "ficar em casa" e o Reino Unido pede que se evite qualquer "contato social". Um dia depois, a França entra em confinamento.

Ruas da França durante o confinamento, em 2020
Ruas da França durante o confinamento, em 2020

Metade da humanidade confinada

Em 2 de abril, mais de 3,9 bilhões de pessoas, metade da humanidade, são obrigadas ou instadas a se confinar, segundo balanço da AFP. A marca de um milhão de casos é superada.

A polêmica hidroxicloroquina

Em 22 de maio, um estudo internacional de amplo alcance qualifica como ineficaz o tratamento antiCovid com hidroxicloroquina, medicamento antimalária, promovido para tratar a doença pelo médico francês Didier Raoult e apoiado pelos então presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e do Brasil, Jair Bolsonaro.

Brasil e Estados Unidos afetados

Em 7 de junho, a pandemia supera os 400 mil mortos e avança rapidamente pela América Latina. O Brasil se torna o segundo país com mais vítimas, atrás dos Estados Unidos.

Covas são abertas no cemitério de Vila Formosa, em 2021
Covas são abertas no cemitério de Vila Formosa, em 2021

Boicote às máscaras

Vários países europeus impõem o uso de máscaras nos transportes públicos, nas ruas, em escolas e empresas.

No fim do verão, são convocadas manifestações contra as máscaras em Berlim, Londres, Paris e Roma.

Segunda e terceira ondas

Em 28 de setembro, é superada a marca do milhão de mortos.

Na Europa, os contágios voltam a disparar em outubro e vários países decretam novas medidas de confinamento e toques de recolher.

Vacinas em tempo recorde

Vacinas são criadas em tempo recorde e, no fim de 2020, as primeiras doses são aplicadas nos Estados Unidos e na Europa.

Primeira vacinada contra Covid no Brasil foi a enfermeira Mônica Calazans, em 2021
Primeira vacinada contra Covid no Brasil foi a enfermeira Mônica Calazans, em 2021

Novas variantes

Em 5 de janeiro de 2021, o aparecimento, na Inglaterra, de uma variante mais contagiosa obriga o governo a impor um novo confinamento. O restante da Europa endurece as restrições. Outras variantes muito contagiosas são detectadas no Brasil e na África do Sul.

O número de mortos chega aos dois milhões em 15 de janeiro.

Esperança nas vacinas

Campanhas de vacinação têm início em dezembro em Reino Unido, Rússia, Estados Unidos e na União Europeia. A China começa a vacinar em julho.

No começo de março, a pandemia dá sinais de desaceleração nos Estados Unidos, mas volta a crescer na Europa e na América Latina.

A origem do coronavírus

Em janeiro e fevereiro de 2021, uma delegação da OMS investiga, na China, a origem do novo coronavírus.

O mundo científico considera que a pandemia começou porque um animal transmitiu o vírus aos humanos, provavelmente no mercado de Huanan, em Wuhan. Pesquisadores e autoridades americanos defendem a hipótese do vazamento de um laboratório em um instituto científico de Wuhan.

Delta, Ômicron: variantes temidas

Muito mais transmissível, a variante delta provoca uma hecatombe (massacre) em abril e maio de 2021 na Índia, que se torna o terceiro país com mais mortes no mundo.

No fim de novembro, uma variante ainda mais contagiosa, a Ômicron, aparece no sul da África. A nova cepa se propaga rapidamente no começo de 2022 e causa um número recorde de casos, embora seus sintomas sejam mais leves.

Onda epidêmica na China

A inflexível política de "Covid zero" chinesa, baseada em confinamentos drásticos, provoca, em novembro, uma onda de protestos inédito desde as mobilizações pró-democracia na Praça Tiananmen, de Pequim, em 1989.

Em resposta, em 7 de dezembro de 2022, a China abranda as regras sanitárias e em seguida suspende as principais restrições, provocando uma onda de contágios.

Manifestantes de Xangai mostram cartazes em branco como forma de protesto, em 2022
Manifestantes de Xangai mostram cartazes em branco como forma de protesto, em 2022

Suspensão das medidas

Em março de 2023, a OMS assegura que, em pouco tempo, a Covid não será mais perigosa do que a gripe sazonal.

Progressivamente, os países suspendem a emergência sanitária e suas medidas antiCovid.

Suspensão do alerta máximo

Em 5 de maio, a OMS suspende o nível de alerta máximo. Seu diretor-geral, Tedros Adhanom Ghebreyesus, considera que a pandemia provocou "pelo menos 20 milhões" de mortes, quase três vezes mais que o balanço oficial da organização.

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