Tecnologia e Ciência Aplicativos de videochamadas falsos são baixados 44 mil vezes 

Aplicativos de videochamadas falsos são baixados 44 mil vezes 

Google, Zoom, Skype e Slack são algumas das empresas que foram vítimas de cibercriminosos e tiveram seus nomes utilizados no golpe

Apps falsos usam nome de empresas famosas para roubar dados das vítimas

Apps falsos usam nome de empresas famosas para roubar dados das vítimas

Pixabay

Durante a pandemia, empresas que oferecem serviços de videoconferência, como Google, Zoom, Skype e Slack, foram vítimas de ataques cibercriminosos e tiveram seus nomes utilizados em falsos aplicativos. O dfndr lab, laboratório especializado em segurança digital da PSafe, contabiliza mais de 44 mil instalações desses apps desde janeiro deste ano.

De acordo com a empresa de segurança, com o trabalho remoto, o home office, e empresas adotando videochamadas no cotidiano, surgiu uma nova oportunidade para a ação de cibercriminosos.

“Trabalhar em casa acaba aumentando os riscos de comprometimento e vazamento de dados corporativos. Quando uma pessoa utiliza o Wi-Fi de casa, por exemplo, ela não tem o mesmo nível de segurança que teria em uma rede corporativa. Outra questão é o uso de dispositivos pessoais para acessar conteúdos confidenciais de trabalho. Todos estes fatores contribuem para que brechas de segurança sejam exploradas por pessoas mal intencionadas e vazamentos de dados corporativos ocorram”, explica Emilio Simoni, diretor do dfndr lab.

Download de app falso pode permitir a ação de criminosos

Download de app falso pode permitir a ação de criminosos

Divulgação/dfndr lab

A empresa explica que o prejuízo pode ir desde o vazamento de credenciais, como logins e senhas, ao roubo e exposição de informações pessoais e bancárias de colaboradores, clientes e fornecedores. Simoni aponta que no pior dos casos os hackers podem tomar controle do computador e exigir um pagamento em troca da liberação.

Os especialistas do dfndr lab recomendam recomendam o uso de um antivirus para proteger o equipamento de crimenosos digitais, verificar quem é o responsável por desenvolvedor o app que será baixado e também criar senhas diferentes para cada serviço.

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