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Tecnologia e Ciência
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Falha do Facebook coloca em dúvida criptomoeda, diz professor da FGV

Mark Zuckerberg enfrenta grande instabilidade de suas plataformas duas semanas depois do anúncio da criação da Libra, que será lançada em 2020

Tecnologia e Ciência|Pablo Marques, do R7


Usuários do Facebook enfrentaram dificuldade em usar seus perfis
Usuários do Facebook enfrentaram dificuldade em usar seus perfis

A instabilidade registrada no Facebook, no Instagram e no WhatsApp na última quarta-feira (3) atingiu diversos países, inclusive o Brasil. Os usuários ficaram impossibilitados de usar todos os recursos de seus perfis.

Facebook, Instagram e WhatsApp têm instabilidade nesta quarta

Essa é a segunda grande falha da rede social e de outras plataformas ligadas à Mark Zuckerberg em dois meses. Dessa vez, aconteceu apenas duas semanas após o anúncio da Libra, criptomoeda criada pelo Facebook, que deve ser lançada no ano que vem.

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Segundo o professor da FGV Arthur Igreja, "as falhas que os usuários enfrentaram neste ano criam uma situação crítica para uma empresa que pretende lançar uma plataforma bancária em breve."

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Igreja argumenta que a situação seria mais grave se ao invés de aplicativos de mensagens o que deixasse de funcionar fosse um serviço bancário. "Ficar impossibilitado de consultar o saldo e realizar transações é um problema muito mais complexo", diz o professor.

Mesmo antes do dinheiro começar a circular pelos aplicativos dos usuários, existe um impacto financeiro provocado pelas horas em que as plataformas ficaram fora do ar. 

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"Não é possível dimensionar o tamanho dos prejuízos, mas o Facebook e outros aplicativos da empresa são usados tanto por anunciantes quanto por pequenos empresários que dependem dessa estrutura para seus negócios", diz Igreja.

Não foi divulgado o que ocasionou a falha desta semana, mas a hipótese de um ataque hacker foi descartada. Acredita-se que o problema teve origem nos servidores da empresa, visto que os aplicativos ligados ao Facebook foram os principais afetados.

O professor ressalta que se houve um ataque e a rede social teria que reportar o caso às autoridades, caso contrário estaria violando a Lei de Proteção de Dados da Pessoais.

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