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Inteligência artificial: entenda a batalha entre China e EUA e como o Brasil pode se beneficiar

Especialista analisa a corrida tecnológica entre as duas maiores potências mundiais

Tecnologia e Ciência|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A China desenvolveu um protótipo de máquina para produzir chips de última geração, competindo com a inteligência artificial ocidental.
  • Os EUA impuseram restrições legais à Nvidia, impedindo a venda de chips avançados para empresas chinesas.
  • O especialista Luiz Augusto D'urso prevê que a China conseguirá produzir chips comparáveis aos dos EUA em dois anos.
  • O Brasil pode se beneficiar da competição, tornando-se um local ideal para a construção de Data Centers, o que gerará empregos e impulsionará a economia.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

A China criou um protótipo de uma máquina capaz de produzir chips de última geração, classificando o projeto como um grande rival da inteligência artificial ocidental.

Em entrevista ao Conexão Record News desta segunda (22), o especialista em direito digital Luiz Augusto D’urso explica que os Estados Unidos foram os pioneiros dentro do ramo da criação de chips de alta performance, tendo a Nvidia como uma das líderes mundiais em tecnologia. Mas, com a evolução tecnológica, a China logo se tornou uma grande rival para as empresas norte-americanas.


“Para essa competição não acontecer de maneira legítima, os Estados Unidos colocaram uma imposição legal que a Nvidia e as suas empresas não podem vender os chips de última geração para as empresas chinesas [...] Por isso que quando lançou aquela DeepSeek, aquela IA chinesa que veio competir com o chat GPT da OpenAI, foi uma grande surpresa, porque a China, até essa notícia, sempre operou com chips antigos, ultrapassados por essa sanção americana”, enfatiza o especialista.

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Luiz Augusto D’urso ainda afirma que a previsão conhecida do funcionamento das inovações chinesas era de 15 a 30 anos, mas nos bastidores a realidade era diferente: “Ela estará produzindo chips de processamento e de capacidade parecidos com os chips norte-americanos em dois anos”, diz.


Conforme destacado pelo especialista, o Brasil se tornará um dos maiores beneficiados da competição tecnológica entre China e Estados Unidos, já que o país tem o ambiente climaticamente perfeito para abrigar os Data Centers — infraestruturas de computação de alta performance —, impulsionando a economia e gerando empregos.

“Imagina que a China está desenvolvendo chips de processamento muito rápido, usados, claro, para a inteligência artificial. Os Estados Unidos também estão evoluindo, mas eles precisam de uma coisa que o Brasil tem muito, que é energia, e eles precisam de água para resfriamento desses data centers. E um local muito bom para se ter a produção, a construção desses data centers é o próprio Brasil por essas questões climáticas, por essas questões geográficas, por essas questões da própria natureza do Brasil, que mais de 90% da energia nossa é reutilizada, é limpa”, argumenta.

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