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Nasa divulga imagens de intensa erupção solar que gerou alerta

Fenômeno é formado por poderosas explosões de energia e aparece como um grande clarão

Tecnologia e Ciência|Do Estadão Conteúdo

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A Nasa divulgou um vídeo de uma intensa erupção solar ocorrida no dia 18 de outubro.
  • O fenômeno gerou alerta do Centro de Previsão do Clima Espacial dos EUA devido à sua intensidade.
  • A erupção solar foi classificada como X1.9, indicando uma das mais poderosas já registradas.
  • A explosão causou tempestades geomagnéticas de nível G4, com riscos para satélites e sistemas de navegação.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Um vídeo divulgado pela Nasa, a agência espacial americana, nessa terça-feira (20), mostra em destaque uma forte erupção solar registrada no último domingo (18), que gerou um alerta por parte do Centro de Previsão do Clima Espacial da Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos, devido à intensidade do fenômeno.

As imagens da erupção foram captadas pelo SDO (Observatório de Dinâmica Solar). O momento aparece como um intenso clarão próximo ao centro e à esquerda do disco solar.


O SDO conseguiu fazer a captação da imagem via AIA (Atmospheric Imaging Assembly), um instrumento que observa o Sol em diferentes comprimentos de onda. É possível observar isso na segunda parte do vídeo, quando a erupção é exibida simultaneamente em três comprimentos, da esquerda para a direita.

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As erupções solares são poderosas explosões de energia, que podem, segundo a Nasa, “afetar as comunicações de rádio, as redes elétricas, os sinais de navegação e representar riscos para espaçonaves e astronautas”.


O fenômeno também está associado à formação de auroras boreais, que foram registradas nesta semana em diferentes lugares do mundo.

Conforme a Nasa, a erupção solar registrada no último dia 18 é classificada como uma erupção X1.9 - a classe X indica as erupções mais intensas, enquanto o número fornece mais informações sobre sua força.


Em nota, o Centro de Previsão do Clima Espacial informou que a explosão provocou a formação de tempestades geomagnéticas de “condições de G4”, o segundo nível de maior severidade para o fenômeno, que pode chegar, no máximo, a 5.

De acordo com o centro, com a tempestade geomagnética neste nível, “há maior possibilidade de anomalias ou efeitos em operações de satélites”, e também “possíveis períodos mais frequentes e prolongados de degradação do GPS”.

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