Tecnologia e Ciência Pix: Buscas na internet por "fim do TED e DOC" sobem 1.850%

Pix: Buscas na internet por "fim do TED e DOC" sobem 1.850%

Levantamento feito por empresa de pesquisa de big data mostra que brasileiros querem entender sobre o que é e o que vai mudar no dia a dia

Brasileiros usam a internet para entender o que vai mudar com a chegada do Pix

Brasileiros usam a internet para entender o que vai mudar com a chegada do Pix

CRIS FAGA/ESTADÃO CONTEÚDO

O registro das chaves do Pix, novo sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central, começou na última segunda-feira (5) e gerou dúvidas em muitas pessoas. O comportamento dos brasileiros na internet mostra que a população está buscando entender o que é e o que vai mudar no dia a dia.

Segundo o monitoramento da Decode, empresa de pesquisa de big data e inteligência de mercado, a busca por "fim do TED e DOC" cresceu em 1.850% no Google e nos comentário neutros do Twitter nos últimos 12 meses.

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Como o Pix permitirá realizar transações de dinheiro e fazer pagamentos sem custo e em qualquer dia e horário, acredita-se que o TED e o DOC devem perder espaço. Em ambos os casos, o banco pode cobrar tarifas, dependendo do pacote de serviços do cliente, e o dinheiro não cai na conta instantaneamente.

O levantamento também indica que os brasileiros estão usando a internet para se informar sobre a nova forma de pagamento. Nos últimos 12 meses, houve um aumentou em 426% nas buscas pela palavra "Pix".

"Os pagamentos instantâneos e a diminuição do uso de papel moeda são uma tendência mundial e o Pix chega como parte dela, inclusive para atender a uma expectativa da população e de pequenos negócios", diz Lucas Fontelles, Head de Consumer Insights da Decode.

Só no primeiro dia, mais de 3,5 milhões de chaves foram cadastradas em 677 bancos, fintechs e cooperativas. Segundo o cronograma do BC, o Pix estará funcionando oficialmente a partir de 16 de novembro. 

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