Tecnologia e Ciência Uma em cada quatro pessoas compartilha senha de streamings

Uma em cada quatro pessoas compartilha senha de streamings

Estudo feito por especialista em segurança virtual aponta que palavra-chave tende a ficar vulnerável quando enviada por texto

Especialista aponta para necessidade de ter senhas diversificadas e complexas

Especialista aponta para necessidade de ter senhas diversificadas e complexas

Freepik

Uma pesquisa feita por um especialista em segurança virtual revelou que uma em cada quatro pessoas compartilhou sua senha de sites de streamings. Entre os 2.700 entrevistados, 60% afirmaram que dividem com terceiros aplicativos como Netflix, Amazon Prime Video ou YouTube TV.

Entre os participantes do estudo, por volta de 30% dividiram as palavras-chave por mensagem, e-mail ou as disseram em voz alta. Para Jake Moore, responsável pela pesquisa, é importante que as senhas tenham força e sejam repletas de palavras aleatórias com números separando-as.

“Meu conselho seria usar uma frase secreta composta de pelo menos três palavras aleatórias com alguma pontuação ou números para separá-las. Isso permitirá que você se lembre da frase usada como senha apenas olhando para ela uma vez.”

Apesar do conselho do especialista em segurança virtual, 14% das pessoas costumam usar as mesmas senhas para diferentes sites, fazendo com que até senhas fortes acabem sendo descobertas.

“É uma boa ideia alterar as senhas dos serviços de streaming uma vez por ano. Isso removerá da lista qualquer pessoa que tenha obtido acesso a eles no ano passado e que talvez não deva mais tê-lo”, ressaltou Moore.

Uma boa dica é utilizar gerenciadores de senhas. Esses aplicativos permitem o armazenamento de palavras-chave complexas e que muitas vezes possuem sequências impossíveis de memorizar. É válido destacar que, quanto mais caracteres diferentes a senha tiver, como “#”, “*” ou até mesmo números, maior será a dificuldade para um hacker descobrir.

Em um mundo que caminha cada vez mais para o cenário digital, é importante defender-se de possíveis ameaças virtuais que roubem dados dos usuários.

“Trabalhar em casa fez com que nos adaptássemos a um novo modo de vida, e isso pode ter significado uma adaptação a um novo conjunto de práticas dentro de nossos novos ambientes de escritório em casa”, concluiu Moore.

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