Uso de IA aumenta competitividade na indústria musical, afirma CEO de empresa do setor
Uma pesquisa global revela que 97% das pessoas não reconhecem se a origem das faixas que ouvem é criação humana ou máquina
Tecnologia e Ciência|Do R7
LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA
Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7
A rápida popularização da inteligência artificial está redefinindo como a música é percebida, ao ponto das pessoas já não distinguirem o que é criação humana do que é gerado por máquinas. Uma pesquisa global revela que 97% das pessoas não reconhecem a origem das faixas que ouvem, ao mesmo tempo em que cresce a cobrança por transparência e remuneração justa para artistas envolvidos no treinamento desses sistemas.
No Brasil, onde a curiosidade pela tecnologia é ainda maior, o debate sobre os limites éticos da automação se intensifica.

Rica Barros, fundador e CEO da Tess IA, afirma que a inteligência artificial beneficia muito o ecossistema musical. “A partir de agora, artistas, especialmente aqueles que não tinham um poder econômico grande para investir na produção das músicas, terão as mesmas oportunidades de artistas grandes que conseguem fazer produções incríveis, multimilionárias, que só eles tinham acesso, e que muitas vezes faziam com que as suas produções fossem alçadas a patamares muito superiores”, afirma.
Segundo Barros, o recurso aumenta a competitividade na indústria musical e nivela os patamares para comparação de resultados.
“Essa é a grande barreira que se quebra com a IA. É barreira econômica, agora todo mundo consegue ter níveis muito mais altos de produção musical”, diz.
O PlayPlus agora é RecordPlus: mais conteúdo da RECORD NEWS para você, ao vivo e de graça. Baixe o app aqui!














