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Polícia apresenta quadrilha responsável por mais de 20 homicídios no subúrbio de Salvador

Grupo foi apresentado durante coletiva no DHPP, nesta segunda-feira (31)

Bahia|Do R7

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Polícia também investiga a participação do bando em outras mortes ocorridas na região, motivadas pela rivalidade entre traficantes
Polícia também investiga a participação do bando em outras mortes ocorridas na região, motivadas pela rivalidade entre traficantes

Oito integrantes de uma quadrilha responsável por 22 homicídios na região do Lobato, subúrbio de Salvador, foram presos durante a Operação Químico II, deflagrada para cumprir 16 mandados de prisão e 22 de busca e apreensão. O grupo foi apresentado durante coletiva no DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa), nesta segunda-feira (31).

A polícia cumpriu os mandados de prisão de Carlos Alexandre de Jesus dos Anjos, o “Acerola”, Rodrigo Nascimento Soares, o “Chouriça” ou “Giraia”, que já estavam na Cadeia Pública, Maurício de Almeida Silva, o “Da Lata”, de 23 anos, Wagner de Brito Gonçalves, o “Cacique”, 25, e Graziela Oliveira Araújo, a “Dinda Sapatão”. Os três últimos foram autuados também por tráfico de drogas e associação ao tráfico.


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Vitor de Brito Gonçalves, 22, foi preso em flagrante e autuado por tráfico e associação. Já Matheus Oliveira de Jesus, 18, e Diogo Francisco Ribeiro dos Santos, 24, foram flagrados assaltando transeuntes no local onde acontecia a operação e autuados por porte ilegal de arma e tentativa de roubo.

Um revólver calibre 32, cocaína, uma balança de precisão e embalagens para acondicionar drogas foram apreendidos durante a operação, desencadeada na sexta-feira (28).


O delegado Guilherme Machado, da 3ª DH (Delegacia de Homicídios) BTS, afirmou que pelo menos 22 inquéritos de assassinatos instaurados na unidade policial têm autoria atribuída à quadrilha, liderada por Dilson da Paz dos Santos, o “Renato Químico”, que está sendo procurado. Os crimes foram cometidos entre 2014 e 2015. A polícia também investiga a participação do bando em outras mortes ocorridas na região, motivadas pela rivalidade entre traficantes.

A operação contou com apoio do Draco (Departamento de Repressão e Combate ao Crime Organizado), da COE (Coordenação de Operações Especiais) e da COPA (Companhia de Polícia de Proteção Ambiental).

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