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Cresce número de mortes violentas de homens no Brasil, diz IBGE

Sergipe, Bahia e Alagoas têm os números mais altos de mortes entre jovens de 15 a 24 anos 

Brasil|Do R7

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Sergipe teve o maior índice de mortes entre jovens de 15 a 24 anos
Sergipe teve o maior índice de mortes entre jovens de 15 a 24 anos

Os homens com idade entre 15 e 24 anos foram as principais vítimas de mortes violentas ou acidentais em 2012, segundo o estudo Estatísticas do Registro Civil, publicado nesta sexta-feira (20) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). As mortes foram maiores principalmente entre jovens de 15 a 19 anos e de 20 a 24 anos, chegando a quatro óbitos por um em relação às mulheres.

Os Estados de Sergipe (80,7% do total de mortes de homens), Bahia (78,3%) e por Alagoas (77,7%) tiveram os índices mais altos de mortes violentas para homens com idade entra 15 e 24 anos, mas quase todo o Brasil apresentou percentuais elevados. Isso quer dizer que, em Sergipe, de todos os homens assassinados em 2012, oito em cada dez tinham de 15 a 24 anos.


O estudo destaca, ainda, informações sobre o número de registros de nascimentos, casamentos, além de separações e divórcios no ano passado.

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Os números da mortalidade infantil mostram maior ocorrência em crianças com menos de uma semana de vida. No caso de crianças de sete dias a um mês de vida, os números são de 17,3%, o índice mais baixo. Crianças de um mês até um ano foram responsáveis por 31,9% dos registros de morte. Até 1980, prevaleciam os casos de mortalidade infantil com crianças de um mês até um ano. Hoje, a concentração está entre crianças de até um mês de vida, o que representa 68,1% dos casos.


Nascimentos

O número de nascimentos registrados em 2012 não mudou muito em relação ao anterior, com redução apenas na região Nordeste, que apresentou queda de 808,4 mil para 792,1 mil registros. Os nascimentos registrados após a data de nascimento, chamados extemporâneos, apresentaram queda de 4% em relação a 2007. A maior delas no Maranhão, de 67,4% em 2002 para 15,4% em 2012. A maior taxa aconteceu no Pará, com 27,2% e a menor em São Paulo, 1,2%.


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Houve redução dos percentuais em todos os Estados em comparação com 2007, com exceção de Mato Grosso do Sul, onde foram realizados mutirões de registro civil com a população indígena, chegando a índices de 13,2% em 2012 contra 8,8% de 2007.

Mais casamentos no Brasil 

O número de brasileiros casados subiu em 2012, com 1,4% a mais que em 2011. Dos mais de um milhão de casamentos, o Estado que mais oficializou a união foi Rondônia (10,3), seguido pelo Distrito Federal (8,7), Espírito Santo (8,7) e Goiás (8,6). Já os Estados que tiveram a menor taxa de casamentos foram Rio Grande do Sul (4,6), seguido por Amapá e Maranhão, ambos com 5,0%.

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A idade de homens e mulheres na hora do casamento também apresentou alta. No caso dos homens, subiu de 26 anos em 2002 para 28 anos em 2012. Já a idade das mulheres na hora do casamento passou de 23 para 25 anos no intervalo de dez anos.

O número de casamentos entre solteiros predomina, mas com tendência à diminuição. Foram 86,6% em 2002 contra 78,2% em 2012, uma queda de 8,4%. Já entre os que querem se casar novamente, o número cresceu de 13,4% para 21,8% no período de dez anos.

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