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Feliciano se diz ‘livre para trabalhar’ e nega crise com vice da Comissão de Direitos Humanos

Ontem, deputada Antônia Lúcia anunciou que renunciaria após declaração do presidente

Brasil|Marina Marquez, do R7, em Brasília

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"Livre", Feliciano diz que já programa a ida a Bolívia para tratar do caso de corintianos presos
"Livre", Feliciano diz que já programa a ida a Bolívia para tratar do caso de corintianos presos

O presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias, deputado Marco Feliciano (PSC-SP), afirmou nesta terça-feira (2) que, apesar das manifestações contrárias à sua permanência no comando do órgão, se sente “livre para trabalhar”.

— Estou me sentindo livre para trabalhar, temos muita coisa para fazer. Nessa semana, já devemos deliberar sobre minha ida à Bolívia para conversarmos sobre o caso dos corintianos que estão sofrendo lá. Tem muito assunto bonito para ser tratado.


Antes da reunião semanal do partido na Câmara dos Deputados, Feliciano negou qualquer mal-estar com a vice-presidente da Comissão, deputada Antônia Lúcia (PSC-AC).

— Eu não vi crise nenhuma, eu conversei com ela e está tudo normal. Eu vou conversar com ela agora, mas até agora está tudo normal.


Na última segunda-feira (1º), a deputada anunciou que deixaria a Comissão de Direitos Humanos após uma colocação de Feliciano durante um culto evangélico na cidade de Passos, em Minas Gerais.

Em relação ao desentendimento com a vice, Feliciano completou dizendo que não “disse nome de ninguém enquanto estava num culto”.


— O culto é um ambiente espiritual e eu falei sobre situações espirituais. Se vocês assistirem ao vídeo, minutos depois vão ver que eu falei que aquela comissão ano passado fez um seminário falando sobre apologia ao sexo de crianças de 0 a 6 anos. Isso, para quem é espiritual, entende que não é uma coisa de Deus, e, se não é uma coisa de Deus, é uma coisa do seu adversário, o Satanás significa adversário.

Processo


Nesta terça-feira, a ex-presidente da CDHM (Comissão de Direitos Humanos e Minorias) da Câmara deputada Iriny Lopes (PT-ES) pediu a abertura de processo por quebra de decoro parlamentar contra o atual presidente do colegiado, deputado Marco Feliciano.

Ainda nesta tarde, pór volta de 16h30, os ex-presidentes da Comissão de Direitos Humanos, que foram indiretamente citados por Feliciano durante um culto no final de semana, vão fazer uma reunião em Brasília para tomar providências a respeito do caso.

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