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Partido de Marina Silva vê elementos para aprovação do impeachment e sinaliza que vai liberar bancada

Rede defende nova eleição presidencial e pede celeridade ao TSE na análise das contas

Brasil|Do R7

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Marina aparece bem posicionada em pesquisas de intenção de voto para a Presidência
Marina aparece bem posicionada em pesquisas de intenção de voto para a Presidência

A Rede, partido da ex-ministra Marina Silva, afirmou em nota nesta segunda-feira (11) que existem elementos para que a Câmara dos Deputados vote pela admissibilidade do pedido de abertura de processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff e sinalizou que irá liberar seus deputados sobre a votação.

— A Rede Sustentabilidade entende que existem elementos que justificam a admissibilidade do processo contra a presidente Dilma para que a necessária investigação dos atos de improbidade administrativa previstos na Constituição siga seu curso no Senado, de acordo com o rito estabelecido pelo Supremo Tribunal Federal.


Em nota, a Rede voltou a defender uma nova eleição presidencial e pediu celeridade ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) na análise dos processos que podem resultar na cassação de Dilma e de seu vice Michel Temer, assim como pediu que o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), instale uma comissão especial para analisar um pedido de impeachment contra Temer.

— É importante ressaltar que a Rede tem como princípio fundante primar pelo respeito à pluralidade das posições e opiniões que se expressam através de suas lideranças e filiados sobre os diversos temas e, nesse caso, não agirá de modo diferente.


Marina aparece bem posicionada em pesquisas de intenção de voto para a Presidência e, caso Dilma e Temer renunciem ou sejam cassados até o final deste ano, novas eleições diretas terão de ser convocadas. Caso isso aconteça no ano que vem, a eleição seria indireta.

A comissão especial da Câmara que analisa a admissibilidade do pedido de instauração de processo de impeachment contra Dilma votará nesta segunda o relatório do deputado Jovair Arantes (PTB-GO) favorável à abertura de processo de impeachment.

Depois disso, caberá ao plenário da Câmara votar sobre o pedido de impeachment. São necessários 342 votos dos 513 deputados para que a Câmara autorize a instauração de procedimento de impedimento, que ainda precisará ser referendada pelo Senado.

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