Cidades

6/12/2012 às 01h10 (Atualizado em 6/12/2012 às 01h10)

Cirurgião plástico de modelo que morreu em operação vai depor amanhã

Louanna, de 24 anos, teve duas paradas cardíacas

Do R7

O médico responsável pela cirurgia plástica da modelo Louanna Adrielle Castro Silva, de 24 anos, vai ser ouvido pela polícia na sexta-feira (7). Além dele, a delegada Mirian Borges também quer ouvir o anestesista e o médico que recebeu a jovem na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do Hospital Monte Sinai, onde ela morreu depois de duas paradas cardíacas.

A família da modelo foi ouvida na quarta-feira (5) e uma amiga na terça. A mãe de Louanna relatou que ela sentiu dores no peito um mês antes da cirurgia plástica e até chegou a desmaiar, na ocasião. A delegada quer saber se o cirurgião plástico que viu os exames pré-operatórios percebeu algum problema de saúde dela.

— Isso tem que ser apurado, saber quais exames foram solicitados, se foi detectado algum fato que necessitasse fazer uma investigação mais profunda para depois ir para a cirurgia.

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Os familiares da modelo estão revoltados com um relatório que foi emitido pelo Hospital Monte Sinai em que o médico da UTI afirmou que ela possuía histórico de uso de cocaína e ecstasy, que teria sido relatado por uma amiga a ele. Para esclarecer o fato, a delegada disse que ainda vai chamar uma segunda amiga de Louanna que estava no hospital. A colega ouvida na terça-feira negou ter dito isso e ainda acrescentou que ela não usava drogas.

— O que a família mais está revoltada é com o que foi escrito no relatório encaminhado ao IML (Instituto Médico Legal). Todos eles me disseram que ela tinha hábitos saudáveis e não fazia uso de entorpecentes.

O caso

A modelo Louanna Adrielle Castro Silva, de 24 anos, foi submetida a uma cirurgia para colocar próteses de silicone no sábado (1º) no Hospital Buriti, em Goiânia. Durante o procedimento, a jovem teve uma parada cardíaca.

O hospital não tinha UTI (Unidade de Terapia Intensiva) e ela precisou ser transferida ao Hospital Monte Sinai, onde sofreu uma segunda parada e não resistiu. Após a morte, foi emitido um documento afirmando que ela tinha histórico de uso de drogas. A família nega o que foi escrito pelo médico da UTI diz que ela tinha hábitos saudáveis e nem tomava bebidas alcoólicas. A polícia pediu um exame toxicológico ao IML. 

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