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Homens da classe D são o principal alvo de fraudes, diz pesquisa

Do total das tentativas de golpes, 68% foram voltadas para pessoas do sexo masculino

Economia|Do R7

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Idade das maioria das vítimas varia entre 25 e 59 anos
Idade das maioria das vítimas varia entre 25 e 59 anos

Os homens com idade entre 25 e 59 anos, renda de até dois salários mínimos e moradores da região Sudeste do País são o principal alvo dos fraudadores, de acordo com um estudo inédito feito pela Serasa Experian. Do total de alertas de tentativas de fraude emitidos, 68% foram voltadas para pessoas do sexo masculino, enquanto 32% tiveram como foco as mulheres.

Segundo o presidente da unidade de negócios de Decision Analytics da Serasa, Marcelo Kekligian, muitas dessas tentativas de fraude conhecida como roubo de identidade, em que dados pessoais são usados por criminosos para firmar negócios sob falsidade ideológica ou mesmo obter crédito com a intenção de não honrar os pagamentos são cometidas por homens presencialmente, por isso os fraudadores preferem utilizar documentos de pessoas também do sexo masculino.


Entre as regiões do Brasil, o Sudeste aparece como principal alvo, com 48,1% do total de tentativas, seguido por Sul (19,2%) e Nordeste (16%). A região Centro Oeste, por sua vez, foi a que apresentou o maior índice de ataques voltados aos homens: 71,4% do total.

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A faixa etária entre 25 e 59 anos representou mais da metade dos registros de tentativa de golpes, seguida pelas pessoas com 60 anos ou mais, que sofreram 36,5% das tentativas de fraude na divisão por idade.


Faixa de renda

O levantamento mostrou também que 35,1% das tentativas de fraude tiveram como alvo indivíduos que recebem até dois salários mínimos, seguidos pela classe C (de dois a cinco salários mínimos), com 21%.


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A classe A, com renda acima de 10 salários mínimos, sofreu 18,1% do total das fraudes no período. A classe E, por sua vez, é a menos atingida com os golpes (9%).

Para Kekligian, o alvo principal das tentativas de fraudes está diretamente relacionado com a facilidade de acesso ao crédito.

— As pessoas da classe D estão na mira dos fraudadores pois têm tido mais acesso ao crédito, mas ainda são novatos. Além disso, os indivíduos das classes A e B estão cada vez mais cuidadosos com seus documentos.

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