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Metalúrgicos preparam paralisação nacional no dia 29 por direitos trabalhistas

Para a classem reformas "vão eliminar direitos" e atender aos interesses dos patrões

Economia|Do R7

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Nota de repúdio às mudanças foi assinada por sindicatos das bases do ABC paulista, de São Caetano do Sul e de São José dos Campos
Nota de repúdio às mudanças foi assinada por sindicatos das bases do ABC paulista, de São Caetano do Sul e de São José dos Campos J. DURAN MACHFEE/ESTADÃO CONTEÚDO

Sindicatos de metalúrgicos de diversas regiões do País marcaram para 29 de setembro uma paralisação nacional contra reformas propostas pelo governo de Michel Temer.

O foco do protesto são as mudanças em discussão na legislação trabalhista, em especial a regularização da terceirização do trabalho, e a reforma da Previdência, cuja proposta deve ser encaminhada ao Congresso ainda neste mês.


Nesta quinta-feira (8), os sindicalistas se reuniram na sede do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo para discutir a mobilização. Do encontro, saiu uma nota de repúdio às mudanças, que, segundo eles, "vão eliminar direitos, reduzir o custo do trabalho e atender somente aos interesses da classe patronal".

Entre outras entidades, o texto é assinado por sindicatos das bases do ABC paulista, de São Caetano do Sul e de São José dos Campos — no Estado de São Paulo —, além de Gravataí (RS) e Catalão (GO). São regiões onde funcionam fábricas de seis montadoras: General Motors, Volkswagen, Mercedes-Benz, Ford, Scania e Mitsubishi.

"Precisamos de mais direitos e não menos", diz a nota, na qual os sindicatos frisam que não vão aceitar alterações na Previdência Social nem nas leis trabalhistas.

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