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Austrália investiga denúncias de abusos sexuais cometidos entre marinheiros

Forças armadas do país protagonizam vários escândalos com sexo e de abuso de poder

Internacional|Do R7

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Segundo denúncia, jovens eram obrigados a ficar nus para que objetos fossem introduzidos
Segundo denúncia, jovens eram obrigados a ficar nus para que objetos fossem introduzidos

A Marinha da Austrália está investigando as denúncias apresentadas contra um grupo de marinheiros da embarcação HMAS Ballarat que supostamente abusaram sexualmente de vários de seus companheiros, informou a imprensa local.

A emissora "Network Ten" da televisão australiana divulgou na noite de ontem, quinta-feira (7), as denúncias de uma ex-integrante da Marinha do país, identificada como Bridget por motivos de segurança, que garantiu que jovens marinheiros foram abusados sexualmente por outros membros da tripulação.

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Segundo Bridget, os jovens marinheiros eram obrigados a ficar nus para que objetos como lapiseiras e garrafas fossem introduzidos em seus ânus até o ponto que um deles chegou a sangrar por conta de ferimentos no reto.

A Marinha australiana informou que não oferecerá detalhes sobre o caso até que as investigações sejam concluídas, segundo a emissora de TV local "ABC".

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O barco HMAS Ballarat participa atualmente de operações de controle de fronteiras, por isso o pessoal militar que está a cargo da investigação ainda não pôde fazer nenhuma abordagem na embarcação.

As forças armadas australianas foram o centro de vários escândalos sexuais e de abuso de poder, como os supostamente cometidos em diversos incidentes nas escolas de formação militar e no Afeganistão.

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Outro escândalo famoso foi o de uma competição entre os tripulantes da embarcação de guerra HMAS Success em 2009, na qual os marinheiros, influenciados pelo álcool, concediam prêmios àqueles que conseguissem seduzir e manter relações sexuais com mais companheiras.

Cerca de 81 mil pessoas formam o pessoal das forças armadas australianas, tanto ativos quanto reservistas, e aproximadamente 14% são mulheres.

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