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Equipe de organização europeia negocia a libertação dos sequestrados na Ucrânia

Uma delegação da OSCE chegou à Slaviansk para conversar com militantes pró-russos

Internacional|Do R7

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Um militante pró-Rússia faz a segurança do local onde possivelmente estão os observadores detidos
Um militante pró-Rússia faz a segurança do local onde possivelmente estão os observadores detidos

Uma delegação da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE) se encontra no leste da Ucrânia para negociar a libertação dos observadores militares europeus retidos por separatistas pró-russos na cidade de Slaviansk, confirmou neste domingo (27) em Viena o orgão multilateral.

Sem poder dar mais detalhes, uma porta-voz da OSCE explicou que membros da missão especial na Ucrânia viajaram à parte leste do país para liderar as negociações.

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"Só posso confirmar que viajaram. Nada mais por enquanto", acrescentou.

Rússia diz estar trabalhando para resolver situação de inspetores militares detidos

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Fontes do governo alemão tinham antecipado ontem o envio dos negociadores da OSCE ao leste da Ucrânia depois que foi decidido que a organização multilateral assumiria a liderança nessas conversas.

Um total de 140 observadores da OSCE se encontra desde o final de março na Ucrânia em uma missão especial, aprovada por consenso entre os 57 países aderidos à organização, ou seja, também pela Rússia.

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De forma paralela, está no país uma equipe de sete observadores militares europeus, composto por três alemães, um polonês, um sueco, um dinamarquês e um tcheco. Estes militares desarmados atuam sob o amparo da OSCE, mas não fazem parte de nenhuma missão administrada diretamente por essa organização multilateral.

Os separatistas pró-russos os retiveram em um ônibus na última sexta-feira (25), junto com um tradutor alemão e cinco militares ucranianos.

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Um porta-voz das milícias pró-russas afirmou no sábado (26), que suas forças consideram os militares europeus espiões da Otan.

"Foram confiscados mapas militares de Slaviansk, com postos de controle assinalados nele, e munição", disse um porta-voz dos pró-russos, segundo a agência oficial russa RIA Novosti.

De acordo com o denominado Documento de Viena, assinado em 2011 pelos países da OSCE, qualquer Estado aderido pode solicitar o envio a seu próprio território de observadores militares estrangeiros desarmados, como a Ucrânia fez no último mês de março. Estes envios estão baseados em acordos bilaterais entre os países envolvidos e não requerem consenso entre todos os Estados da OSCE. 

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