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Malásia pede que cessem combates no local do acidente do MH17

Em coletiva, o premiê malaio pediu o fim das hostilidades para sucesso nas investigações

Internacional|Do R7

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O premiê Razak (foto) pediu auxílio para ucranianos e rebeldes
O premiê Razak (foto) pediu auxílio para ucranianos e rebeldes

O primeiro-ministro da Malásia, Najib Razak, pediu nesta quinta-feira (31) o fim das hostilidades no local onde o avião da Malaysia Airlines caiu com 298 pessoas em território ucraniano controlado por separatistas pró-Rússia em 17 de julho.

"Pedimos tanto aos ucranianos quanto às forças separatistas para acabar com as hostilidades dentro e fora do local do acidente", disse Razak em entrevista coletiva depois de se reunir em Haia com o primeiro-ministro holandês, Mark Rutte.


O líder malaio reivindicou o respeito à integridade da zona para que a investigação aconteça. "O longo caminho rumo à Justiça começa com este passo", afirmou.

Uma equipe de 68 policiais malaios chegou hoje a Kiev para trabalhar em cooperação com as equipes australianas e holandesas que estão na região tentando garantir a segurança. Razak fez esse pedido depois que um grupo de especialistas internacionais e observadores da OSCE (Organização para a Segurança e Cooperação na Europa) foi surpreendido por fogo de artilharia vindo de uma região próxima na qual combatem forças ucranianas e os separatistas pró-Rússia.


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Vários projéteis disparados por morteiros explodiram a 100 metros do lugar onde trabalhavam os quatro analistas holandeses e australianos, segundo o depoimento de um jornalista da agência russa "RIA Nóvosti" que acompanha ao grupo liderado pela OSCE.

Segundo Rutte, tanto para ele quanto para seu colega malaio, a repatriação das vítimas "continua sendo a prioridade", e explicou que a Holanda tomou um papel de "liderança" nesse assunto e no trabalho legista. "Devemos isso aos países que perderam pessoas no desastre. Vamos trabalhar o mais rápido e cuidadosamente possível", acrescentou Rutte.


Na semana passada, 227 caixas com os restos mortais dos passageiros foram enviados ao aeroporto holandês de Eindhoven vindos da Ucrânia.

Os corpos estão sendo identificados em uma nave industrial em Hilversum (norte da Holanda), onde o primeiro-ministro malaio assinou hoje o livro de condolências e depositou uma coroa de flores em memória das vítimas.

As autoridades holandesas aumentaram o número de mortos nacionais para 196, após ser comprovado que alguns passageiros, que se acreditava ser de outras nacionalidades, tinham passaporte holandês. 

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