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Presidente deposto do Egito deverá ficar preso até meados de setembro por nova acusação

Mohamed Mursi foi destituído do poder no dia 3 de julho

Internacional|Agência Brasil

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O presidente deposto do Egito, Mohamed Mursi, terá sua prisão temporária aumentada em 15 dias sob a acusação de "cumplicidade na morte e tortura" de manifestantes que protestavam em frente ao palácio presidencial, em 2012. Destituído do poder em 3 de julho, Mursi é mantido preso em local desconhecido.

Em dezembro de 2012, manifestantes se concentraram em frente ao palácio presidencial, no Cairo, capital do Egito, para protestar contra um decreto de Morsi, acusando-o de tentar islamizar a legislação do país. O clima de tensão no Egito permanece.

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Vários dirigentes da organização Irmandade Muçulmana, que apoia Mursi, estão em prisão preventiva ou são procurados pela polícia. Mohamed Badie, um dos líderes foragidos, deve ser julgado a partir de 25 de agosto por "incitação à morte" de manifestantes que protestavam contra Mursi.

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