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Ricardo Alarcón, político cubano próximo a Fidel Castro, morre aos 84 anos

Ex-chanceler foi representante de Cuba na ONU e presidente do Parlamento de 1998 a 2013

Internacional|Do R7

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Ricardo Alarcón em reunião da Assembleia Nacional de Cuba, em imagem de 2010
Ricardo Alarcón em reunião da Assembleia Nacional de Cuba, em imagem de 2010

Ricardo Alarcón, ex-chanceler cubano e que foi um grande colaborador de Fidel Castro, morreu no sábado (30), aos 84 anos, depois de passar os últimos anos afastado do poder. A informação foi confirmada pelo governo de Havana, que, no entanto, não revelou a causa da morte.

"Toda nossa homenagem ao querido Ricardo Alarcón na lealdade à Revolução, à política externa e à gloriosa tradição de CubaMinrex", escreveu o chanceler Bruno Rodríguez no Twitter.

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Alarcón, que foi representante de Cuba na ONU, também foi uma figura crucial ao lado de Fidel Castro na elaboração da política nacional a respeito dos Estados Unidos, inimigo da ilha desde 1959.

Em junho de 2013, no entanto, ele foi excluído da cúpula do Partido Comunista (PCC, único) durante a sétima plenária do Comitê Central, quando Raúl Castro já havia sucedido o irmão Fidel (1926-2016). 

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A remoção aconteceu depois que seu principal auxiliar, Miguel Álvarez, foi processado e condenado em um discreto processo por espionagem.

Presidente do Parlamento cubano de 1998 a 2013, ele também ocupou um cargo no seleto Gabinete Político do PCC.

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