Balanço Geral entra no camarim de Anitta e funkeira mostra suas tatuagens
"Canto tudo que eu penso e as meninas acabam se identificando", afirma
Minas Gerais|Do R7 MG, com Record Minas

A cantora Anitta, sensação do funk nacional, levantou o público em Belo Horizonte na última semana. Antes do show, a funkeira conversou com o Balanço Geral no camarim e falou sobre a influência que sua música exerce na vida das mulheres.
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Ela ainda mostrou suas cinco tatuagens e recebeu uma carta dos anões do programa. Confira trechos da entrevista e assista ao vídeo:
É tão difícil chegar perto da Anitta, o que é isso?
Não é nada. É porque tá lotado, graças a Deus.
Você é uma privilegiada. Com sua idade já estourada no Brasil todo.
É. Me sinto privilegiada por tudo que conquistei, mas também não foi na sorte, foi com muita luta, com muito trabalho.
Como foi? Conta pra gente como começou sua trajetória.
Olha, comecei há uns quatro anos. Fui descoberta na internet e comecei fazendo alguns shows.
Você fazia covers também. Quem você gostava de imitar?
Não, eu só fiz um. E esse foi descoberto, entendeu? Foi cantando funk, dançando, brincando, e aí esse foi descoberto na sorte grande. Mas depois disso foi ralar pra caramba pra conseguir chegar onde chego hoje.
O que você mostra no show?
Eu faço um show bem eclético. Com minhas músicas e canto músicas de outros artistas também.
Tem muita menina do lado de fora que gosta de se vestir como você, gosta de cantar. O que explica esse sucesso?
É porque canto tudo que eu penso. É um pouco da minha identidade, não forço coisas, não falo coisas que não tenham a ver comigo. E as meninas acabam se identificando.















