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"Eu só quero minha filha de volta", diz mãe de criança desaparecida há dois meses

Emilly Ferrari, de 8 anos, sumiu enquanto brincava; pai e madrasta são principais suspeitos

Minas Gerais|Do R7 MG

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Segundo a mãe de Emilly, a criança era muito apegada ao pai
Segundo a mãe de Emilly, a criança era muito apegada ao pai

O desaparecimento de Emilly Ferrari, de 8 anos, completa dois meses nesta quinta-feira (4). Vista pela última vez brincando de boneca na porta de sua casa, em Rio Pardo de Minas, no norte do Estado, Emilly continua sendo procurada.

A mãe da criança, Tatiane Ferrari, e o advogado que acompanha o caso foram recebidos pela Seds (Secretaria de Estado de Defesa Civil) e pelas comissões de Direitos Humanos e de Segurança Pública da ALMG (Assembleia Legislativa de Minas Gerais) nesta quarta-feira (3). Segundo eles, a condução do caso agora é responsabilidade de uma força-tarefa, que inclui a Seds, a ALMG e as corregedorias das polícias Civil e Militar.


As investigações apontam o pai e a madrasta de Emilly como principais suspeitos do desaparecimento. Eles tiveram a prisão temporária negada pela Justiça no último dia 30.

Segundo a mãe de Emilly, o pai da menina teria tido alguns gastos extras com um tratamento médico da filha, nos quinze dias que antecederam o desaparecimento. Emilly apresentou dificuldades para aprender a ler e a discernir cores e fez exames para diagnosticar o quadro. A mãe afirma que os problemas de aprendizagem da criança, no entanto, não influenciam na sua capacidade de reconhecer pessoas e lugares.


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Ainda de acordo com a mãe, o relacionamento entre ela, o pai de Emilly e a madrasta era turbulento, o que teria sido intensificado pelos gastos financeiros. Tatiane completa que o pai não havia buscado mais a filha para as visitas quinzenais nos seis meses que precederam o desaparecimento.

— Mas eu não quero dizer que foram eles. Não queria dinheiro de ninguém, nem estar aparecendo na televisão. Eu só quero minha filha de volta.


Rio Pardo de Minas

Tatiane Ferrari conta que a cidade inteira se mobilizou para as buscas da criança. Segundo ela, Emilly conhecia muitas pessoas e não teria passado despercebida entre os moradores.

— Até os menores infratores da cidade ajudaram a gente a procurar por ela.

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