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Marido que matou mulher e confessou no Facebook e mãe são presos com maconha

Mãe de motoboy agrediu sargento com socos e golpes de pá na cabeça

Minas Gerais|Do R7 com Record Minas

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Depois de preso, Paixão tentou culpar vítima pelo crime
Depois de preso, Paixão tentou culpar vítima pelo crime
Motoboy foi preso na casa da mãe
Motoboy foi preso na casa da mãe

O homem que matou mulher e confessou o crime pelo Facebook foi preso na noite dessa quinta-feira (27), na casa da mãe, no bairro Pindorama, na região noroeste de Belo Horizonte. Ele havia prometido se entregar nesta sexta-feira (28).

Gilmar Vitor da Paixão, de 34 anos, foi alvo de denúncia anônima e resistiu à prisão. A mãe dele, Clarisse Vitor Paixão, de 58 anos, também foi detida, uma vez que agrediu sargento com socos e golpes de pá na cabeça na tentativa de evitar a prisão do filho. O militar, Rubens Murta, ficou ferido e precisou de atendimento médico.


De acordo com o aspirante Cantone, do 34º Batalhão da Polícia Militar, o motoboy escondia uma porção e cigarro de maconha.

— Ele confirmou que a droga é de sua propriedade.


Mãe e filho foram encaminhados à sede do 34º Batalhão, no bairro Caiçara e, depois de prestar depoimento e confirmar que matou Fernanda, Paixão foi levado ao Ceresp (Centro de Remanejamento Prisional) Gameleira. A mãe do motoboy irá responder por lesão corporal.

No distrito policial, o motoboy falou sobre a motivação do crime e ainda tentou colocar a culpa na vítima.


— O stresse estava constante. Infelizmente, ela avançou, eu bati nela e deu no que deu. O ciúmes dela era excessivo e não o meu como dizem.

Já ao ser questionado sobre como irá contar o que fez para o filho, Paixão disse que terá que "ser homem o suficiente para explicar para ele".


A criança, de 8 anos e que havia sido levada pelo pai depois do assassinato da mãe, estava todo o tempo com a avó paterna e foi entregue para uma tia.

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Outro crime

Nesta manhã, Paixão seria julgado por um homicídio cometido em 2005. O processo a que ele responde pela morte de Emerson Lucio da Silva, no dia 30 de junho de 2005, seria decidido em júri popular durante mutirão do Tribunal de Justiça na Universidade Fumec. Porém, o motoboy também é acusado pela morte de Wagner Brandão Neto, morto em 9 de dezembro de 2006. O julgamento desse caso está marcado para o dia 8 de outubro de 2014.

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