Servidores da saúde de Minas podem decidir por greve nesta quarta-feira
Trabalhadores reclamam de "reajuste zero" e plano de carreira congelado
Minas Gerais|Do R7
Trabalhadores da saúde de hospitais públicos em Minas Gerais se reúnem em assembleia nesta quarta-feira (16) e podem decidir por entrar em estado de greve. A categoria protesta contra a decisão do governo estadual de não conceder reajuste salarial neste ano e não cumprir acordos assinados com os servidores no último ano.
O SindSaúde (Sindicato Único dos Trabalhadores da Saúde de Minas Gerais) espera cerca de 400 servidores na reunião, que ocorre no pátio da Assembleia Legislativa, a partir das 10h. Uma das principais reclamações é o plano de carreira congelado, o que impede a implantação da jornada de trabalho de 30 horas prometida pelo governo para funcionários da Fhemig (Fundação Hospitalar de Minas Gerais).
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Segundo os servidores, apenas o pagamento de gratificação tem sido cumprido. No dia 7 de outubro, os servidores paralisaram parcialmente as atividades em BH. Em resposta, o governo de Minas afirmou que "não vê motivos para as manifestações das entidades que representam os servidores da Saúde porque já atendeu a diversas reivindicações".
Segundo o governo, a gratificação complementar vem sendo paga para funcionários da Fhemig, Funed, Unimontes, Hemominas e Escola de Saúde Pública, e os médicos receberam reajuste de 10%.















