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Natal deve injetar R$ 2,7 bi na economia do Rio de Janeiro

Cenário deve levar os empresários do setor abrirem 25 mil vagas; Natal deste ano deve ser o melhor desde 2014, acredita economista

Rio de Janeiro|Da Agência Brasil

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Natal deve injetar R$ 2,7 bi na economia do Rio
Natal deve injetar R$ 2,7 bi na economia do Rio

As compras de Natal devem ter um impacto de R$ 2,7 bilhões na economia do Rio de Janeiro, prevê o IFec RJ (Instituto Fecomércio de Pesquisas e Análises).

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Com a expectativa de crescimento da economia estadual em 2019 depois de quatro anos de recuos, o Natal deste ano deve ser o melhor desde 2014, acredita o economista Rafael Zanderer, que atuou na elaboração da pesquisa da Fecomércio-RJ.

Zanderer afirma que medidas como a liberação de saques do FGTS e o 13º do Bolsa Família criaram motores que se somam ao cenário mais favorável na economia fluminense. O cenário deve levar os empresários do setor a abrirem 25 mil vagas de trabalho temporário, número que, caso se confirme, representará a melhor contratação dos últimos 10 anos.


Um em cada quatro desses empregos deve ser ofertado no mês de dezembro, e o economista avalia que, neste ano, as chances de ser efetivado pelas empresas está maior que nos anos anteriores. "A perspectiva é bastante positiva", aposta.

Em média, os entrevistados pela pesquisa pretendem gastar R$ 353,96 com presentes, e sete em cada 10 planeja comprar mais de um presente. Roupas (56,4%), lembrancinhas (47,2%) e brinquedos (43,6%) devem ser as compras mais frequentes, e 36% dos entrevistados querem gastar mais em 2019 que no Natal passado, enquanto 14,2% devem reduzir os gastos.


As compras feitas pela internet terão forte presença no Natal deste ano, chegando à maioria dos consumidores. 13,1% dos entrevistados planejam fazer compras apenas pela internet, e 43,3% vão dividir suas compras entre lojas físicas e virtuais.

O economista da Fecomércio avalia que o crescimento das compras online não deve ser motivo de preocupação para quem está em busca de uma vaga temporária no comércio.

"As lojas virtuais podem ampliar o mercado consumidor de uma determinada empresa, que pode ser do estado do Rio e vender para Minas, para São Paulo".

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