Logo R7.com
RecordPlus
‌

Obra mal feita pode ter causado estouro de tubulação, diz polícia

Uma criança de 3 anos morreu; 86 famílias ficaram desalojadas ou desabrigadas em Campo Grande

Rio de Janeiro|Do R7

  • Google News

Adicione como fonte preferencial no Google

Opens in new window
Uma das principais ruas de Campo Grande virou um rio; cerca de 200 casas foram invadidas pela água
Uma das principais ruas de Campo Grande virou um rio; cerca de 200 casas foram invadidas pela água

A Delegacia de Campo Grande (35ª DP) investiga de quem é a responsabilidade pela morte de uma menina de três anos nesta terça-feira (30) em Campo Grande, na zona oeste do Rio. A casa onde ela estava foi invadida pela água que jorrou de uma tubulação da Cedae (Companhia Estadual de Água e Esgoto). 

Uma perícia foi realizada durante a tarde para averiguar as causas do acidente e o laudo deverá ficar pronto entre 15 e 30 dias. Segundo a delegada Tatiane Damaris, a hipótese mais provável é de que obras de empresas próximas à adutora tenham causado o acidente. Testemunhas, moradores e funcionários da Cedae prestaram depoimentos nesta terça. Outros envolvidos prestarão depoimentos na quarta (31).

‌

Além da morte da pequena Isabela Severo dos Santos, 16 pessoas ficaram feridas pelo estouro da adutora. Nove foram levadas para o Hospital Rocha Faria, sendo que, às 19h30 desta terça, apenas uma menina de oito anos permanecia internada com quadro de saúde estável.

O estouro ocorreu por volta das 6h da manhã e gerou um jato d’água com 1,7 m de diâmetro. A força da ducha destruiu 17 casas. Mais de 200 residências foram atingidas pelo alagamento.

‌

Por volta das 19h30, a Secretaria Municipal de Defesa Social já havia cadastrado 86 famílias que tiveram seus imóveis invadidos pela água. Destas, 17 foram levadas para hotéis e vão ter as despesas com hospedagem e alimentação bancadas provisoriamente pela Cedae. O restante preferiu ficar em casas de parentes.

Segundo moradores, já havia vazamentos no local onde a adutora se rompeu. A Cedae nega. A Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro entrou em contato com a diretoria e com o departamento jurídico da companhia para agilizar o pagamento de indenizações aos moradores.

Assista ao vídeo:

Siga R7 no Google e fique por dentro de tudo que acontece

Seguir no Google

Últimas

‌

Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.