Logo R7.com
RecordPlus

Rompimento de adutora: cerca de 200 casas foram afetadas e ao menos 17 desabaram, diz bombeiro

Segundo Defesa Civil, há mais de 140 pessoas entre desabrigados e desalojados

Rio de Janeiro|Do R7

  • Google News
ANTôNIO LUIS/ESTADÃO CONTEÚDO

Cerca de 200 casas foram abaladas pela força da água que jorrou após o rompimento da adutora Henrique Novaes, em Campo Grande, zona oeste do Rio, na manhã desta terça-feira (30). A informação foi confirmada pelo tenente-coronel Marcelo Laviola, responsável pela ação do Corpo de Bombeiros na região.

Ainda segundo Laviola, o incidente deixou uma criança morta e 16 pessoas feridas, sendo que nove delas foram atendidas e liberadas no local.


Agentes de Defesa Civil deslocados a Campo Grande disseram que, até as 13h, havia sido verificado que 17 — das 200 casas — desabaram. Ainda segundo os agentes, ao menos 70 pessoas estavam desalojadas e 72 desabrigadas.

Cedae promete arcar com prejuízos


A Cedae (Companhia Estadual de Águas e Esgotos) divulgou nota anunciando que irá ressarcir financeiramente todos os desabrigados e desalojados vítimas do rompimento da adutora. A empresa disse ainda que todos que perderam ou tiveram de deixar suas casas serão hospedados em hotéis da região. As diárias, assim como custos de alimentação, serão bancadas pela Cedae, que prometeu ainda disponibilizar acompanhamento psicológico a todos.

A companhia esclareceu que, até as 12h30, não havia detectado os motivos do rompimento da adutora, que tem 1,75 metro de diâmetro.


De acordo com a Cedae, técnicos já realizaram manobra na rede, desligando o registro que abastece a tubulação rompida e transferindo para linhas próximas os 6.000 litros de água que passariam por ela a cada segundo, mantendo o fornecimento de água às regiões abastecidas pela adutora: Jabour, Mendanha, Lameirão e parte dos bairros de Santa cruz, Campo Grande, Santíssimo, Bangu, Padre Miguel e Realengo.

Em contrapartida, ainda segundo a empresa, a região do entorno da adutora, além de parte de Bangu e de Santíssimo, poderão sentir redução no abastecimento.

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.