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Sétimo dia de operação no Jacarezinho deixa suspeito morto e três são presos

Ação procura suspeitos de matar policial civil na última sexta-feira

Rio de Janeiro|Do R7

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Moisés Alves foi preso em hospital após ser baleado em confronto
Moisés Alves foi preso em hospital após ser baleado em confronto

Um suspeito morreu e outro ficou ferido durante mais um dia de operação no Jacarezinho, zona norte do Rio. Segundo a Polícia Civil, Moisés Martins Alves, de 28 anos, foi baleado em um confronto com agentes do Core (Coordenadoria de Recursos Especiais) na rua da Feira. Ele deu entrada no hospital e se identificou como pedreiro.

Ainda de acordo com a polícia, ele conduzia uma moto roubada e estava com uma pistola quando foi baleado. Mesmo se identificando como pedreiro, o suspeito tem anotações criminais por tráfico e associação para o tráfico de drogas e foi preso em flagrante pelos crimes e também pela receptação da motocicleta.


A Polícia Civil disse ainda que um outro suspeito, não identificado, foi baleado e o corpo deixado por comparsas na UPA (Unidade de Pronto Atendimento) de Manguinhos. Em nota, eles informaram que agentes da DCOD (Delegacia de Combate às Drogas) tiveram acesso a imagens que comprovam o trajeto de Moisés até a chegada ao hospital e os áudios captados por rádios comunicadores, nos quais os comparsas alertam aos demais traficantes que ele foi baleado durante o confronto quando estava em companhia do suspeito morto.

Presos integram quadrilha que rouba motoristas de Uber
Presos integram quadrilha que rouba motoristas de Uber

Além de Moisés, outros dois suspeitos também foram presos neste sétimo dia consecutivo de operações no Jacarezinho. Leonardo Magno Salazar, de 22 anos, e Ruan Carlos da Silva Oliveira, 28 anos, foram detidos quando tentavam fugir da comunidade. Segundo as investigações da especializada, eles fazem parte de uma quadrilha especializada em roubos a motoristas do aplicativo Uber. Com eles, foram apreendidos celulares de vítimas que haviam sido roubadas na madrugada.


Na delegacia, as vítimas reconheceram os dois homens e disseram que ficaram horas em poder deles e foram liberadas depois. Os dois admitiram a autoria dos roubos e disseram que são obrigados a dar parte dos produtos para o chefe do tráfico da comunidade, identificado como Paulo Henrique Godinho dos Santos, vulgo PH, que, segundo a polícia, empresta armas para que os suspeitos pratiquem os roubos.

Fotos de suspeitos de matar policial são divulgadas


Os quatro criminosos responsáveis pela morte do inspetor Bruno Guimarães na última sexta-feira (11), no Jacarezinho, zona norte do Rio, foram identificados. De acordo com a delegacia, os assassinos de Bruno seriam Carlos André da Conceição, conhecido como Mãozinha; Wellington de Souza Macedo, o Caolha; Jefferson Gonçalves da Silva, o Cara de Cavalo; e Jonathan Luiz de Souza, o Jhoninha.

A identificação teria sido feita após o trabalho de inteligência da DCOD. Bruno foi baleado no pescoço na última desta sexta (11) durante uma operação da Polícia Civil para reprimir o roubo de cargas e o tráfico de drogas nas comunidades do Jacarezinho e Manguinhos, ambas na zona norte do Rio. O agente foi levado em estado grave para o Hospital Federal de Bonsucesso e não resistiu aos ferimentos.

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