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Tiroteio e balas perdidas interrompem festas de Natal em favelas do Rio e deixam crianças e adolescente feridos

Ao menos quatro comunidades tiveram noite de terror

Rio de Janeiro|Do R7

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A noite de véspera e a madrugada de Natal foram marcadas por vítimas baleadas em favela do Rio de Janeiro. No Jacarezinho, zona norte do Rio, uma mulher foi atingida no terraço de casa, na rua Esperança. No momento, por volta de 1h desta quarta-feira (25), moradores da região escutaram barulho de queima de fogos.

De acordo com a Polícia Militar, não houve operação na favela durante a madrugada. A vítima foi levada para o hospital Salgado Filho, no Méier. O tiro atingiu a perna dela.


Na Cidade de Deus, zona oeste, comunidade que, assim como o Jacarezinho, conta com uma UPP (Unidade de Polícia Pacificadora), um adolescente foi atingido no ombro. Segundo testemunhas, ele estava reunido em um campo de futebol com amigos, quando dois homens em uma moto passaram atirando.

O jovem foi levado à UPA (Unidade de Pronto Atendimento) da favela e depois encaminhado, sob escolta policial, ao hospital Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca.


Em Niterói, na região metropolitana, a vítima foi um menino de dois anos. Breno Freitas levou um tiro quando chegava à favela da Chácara com os pais para comemorar o Natal com familiares. Ele foi levado em estado grave para o hospital das Clínicas.

Uma menina de 10 anos também foi vítima de bala perdida na favela da Carobinha, em Campo Grande, zona oeste. A criança estava na casa de parentes, na rua 55, para comemorar o Natal. Segundo a mãe da menina, traficantes atiraram contra um carro preto parado na esquina da via. A menina foi levada ao hospital Rocha Faria.


A madrugada foi de tiros também na comunidade do Muquiço, em Guadalupe, na zona norte. Segundo moradores, ao menos cinco pessoas teriam morrido. A PM, porém, não confirmou as mortes. Às 7h, policiais do Batalhão de Rocha Miranda (9º BPM) entraram na favela para buscar suspeitos que teriam entrado em confronto. Eles seriam de facções rivais e estariam disputando pontos de venda de drogas.

Denúncias feitas à PM e à Rede Record indicavam que traficantes se esconderam em casas da região, fazendo famílias refém. A polícia não havia prendido ninguém, nem feito qualquer apreensão, até as 11h.

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