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TJ cria comissão para estudar implantação de videoconferência em audiências de bandidos perigosos

Iniciativa foi tomada após morte de criança durante tentativa de resgate de réus em Bangu

Rio de Janeiro|Do R7

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Kayo Costa, de nove anos, foi baleado durante tentativa de resgate de réus que estavam em audiência no Fórum de Bangu
Kayo Costa, de nove anos, foi baleado durante tentativa de resgate de réus que estavam em audiência no Fórum de Bangu

O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) instituiu uma comissão para estudar a implantação de um sistema de videoconferência nos fóruns do Estado. A Comissão Mista Interinstitucional para Estudo de Implementação de Sistema de Videoconferência vai buscar soluções para a realização de audiência envolvendo a presença de presos.

O Ministério Público, a Defensoria Pública, a OAB-RJ, a Secretaria de Segurança e a Seap (Secretaria de Administração Penitenciária) deverão participar da comissão elaborando protocolos para dar unicidade ao projeto.


De acordo com o TJ a videoconferência é a solução mais segura e econômica, já que consideram que o transporte, a alimentação e a acomodação de presos implicam, além de custos financeiros, riscos de segurança para todas as partes envolvidas. O grupo vai ter 30 dias para apresentar um relatório com o resultado dos trabalhos à presidência do TJRJ.

O grupo foi criado após uma tentativa de resgate de dois réus que participavam de uma audiência, no Fórum de Bangu, zona oeste do Rio de Janeiro, no último dia 31 de outubro. A ação resultou na morte de Kayo da Silva Costa, de oito anos, e do policial militar Alexandre Rodrigues Oliveira.

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