São Paulo

11/3/2014 às 22h13 (Atualizado em 11/3/2014 às 22h16)

Agentes penitenciários recusam proposta do governo e decidem manter greve

Em reunião nesta manhã, governo pediu 60 dias para começar negociação de reajuste salarial 

Do R7, com Agência Record

Agentes cruzam os braços no CDP de Pinheiros, zona oeste de SP Marcos Bezerra/Futura Press/Estadão Conteúdo

Os agentes penitenciários de São Paulo recusaram as propostas oferecidas pelo governo na reunião desta terça-feira (11) e decidiram manter a greve que teve início nesta segunda-feira. De acordo com o Sindasp (Sindicato dos Agentes de Segurança Penitenciária do Estado de São Paulo), a decisão foi tomada na maioria das 14 assembleias da categoria, que terminaram por volta das 21h.

Ainda de acordo com o sindicato, o governo fez algumas concessões durante a reunião, como reduzir uma das classes da categoria, passando de oito para sete. O Sindasp havia solicitado redução de oito para seis. Também foi concedida a chamada “diária especial por jornada extraordinária” no valor de R$ 161,12 ao dia, em caso de convocações.

O governo pediu o prazo de 60 dias para dar início à negociação de reajuste salarial referente a 2014 e alegou que este ano ainda não concedeu reajuste a nenhuma categoria.

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Na tarde de ontem, a greve paralisava 60 dos 158 presídios do Estado. Ao menos 15 mil profissionais cruzaram os braços, segundo Daniel Grandolfo, presidente do sindicato.

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