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Americanos e canadenses investigam queda de avião de Eduardo Campos

Convenção de Chicago prevê participação de representantes internacionais

São Paulo|Guilherme Lima, do R7

Eduardo Campos, 49, e outras seis pessoas estavam à bordo da aeronave modelo
Eduardo Campos, 49, e outras seis pessoas estavam à bordo da aeronave modelo Eduardo Campos, 49, e outras seis pessoas estavam à bordo da aeronave modelo

Depois de quatro dias do acidente aéreo que causou a morte de Eduardo Campos, candidato à Presidência da Repúplica, e sua equipe de campanha eleitoral, cinco representantes internacionais chegaram ao Brasil para investigar as causas da queda do avião na cidade de Santos, litoral de São Paulo.

Segundo a FAB (Força Aérea Brasileira), a presença de peritos internacionais em todos os casos de acidente envolvendo aeronaves produzidas por países estrangeiros acontece desde 1944, quando órgãos mundiais responsáveis pela aviação realizaram a Convenção de Chicago.

Especialistas da empresa norte-americana Cessna Aircraft Company, fabricante do avião modelo Cessna Citation 560XL, e da canadense Pratt & Whitney, fabricante do motor, se juntaram aos investigadores para descobrir quais falhas levaram a queda do jato.

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Além das empresas envolvidas diretamente no acidente, os orgãos reguladores da aviação dos Estados Unidos e Canadá também enviaram seus especialistas. Homens da FAA (Federal Aviation Administration), agência de aviação civil norte-americana, e da Transportation Safety Board of Canada (TBS), agência de investigação de acidentes aéreos do Canadá, se juntaram ao investigador de segurança aérea Tim Monville, que trabalha para o NTSC (National Transportation Safety Board), outro órgão americano que investiga acidentes da aviação civil, também está em Santos.

O resultado das perícias realizadas pelos agentes internacionais será divulgado pelo Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos), mas, segundo a FAB, não há um prazo pré determinado para que seja entregue o laudo conclusivo.

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