Greve de seguranças de bancos continua em SP
Ribeirão Preto também aderiu a manifestação durante quarta-feira (13)
São Paulo|Do R7

Um grupo de 3.000 vigilantes que entraram em greve na última sexta-feira (8) continuam de braços cruzados nesta quarta-feira (13).
De acordo com o presidente da UST (União Sindical dos Trabalhadores), responsável pela paralisação, Carlos Borges, informou que os trabalhadores o grupo reivindica um aumento de 30% no adicional de periculosidade (remuneração pelo perigo do trabalho).
Não houve avanço nas negociações até o começo da tarde desta quarta-feira. Borges informou que deverá ter um protesto pela cidade de São Paulo ainda nesta tarde.
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Já o presidente do Sindicato dos Empregados em Empresas de Vigilância, Segurança e Similares de São Paulo, José da Silva Lima, disse que essa paralisação é de "apenas um grupo de vigilantes e que o sindicato não apoia a greve".
Além da greve com alguns funcionários que trabalham em bancos de São Paulo e em Mauá, vigilantes de Ribeirão Preto, interior de São Paulo, também estão paralisados.
Paralisação dos bancos
Por causa da paralisação de sexta-feira, várias agências bancárias ficaram fechadas por falta de segurança.














