Manifestações começam com vias bloqueadas e carro queimado em São Paulo
Polícia Militar ainda não identificou proprietário do veículo destruído
São Paulo|Thiago de Araújo, do R7

As manifestações organizadas pelas principais centrais sindicais dos trabalhadores nesta quinta-feira (11) começaram com vias bloqueadas na capital paulista e com um carro incendiado na avenida Nações Unidas, na zona sul da cidade.
Manifestantes atearam fogo em um veículo do modelo Logus, na altura do número 23.253, em frente a uma concessionária. O carro foi totalmente destruído.
A Polícia Militar ainda não tinha informações sobre o proprietário e se alguém foi obrigado a descer do veículo. Ele já foi retirado da via para liberar o trânsito, que continua complicado no sentido marginal Pinheiros.
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Os manifestantes que estavam na avenida das Nações Unidas, próximo a Interlagos, já se dispersaram. Eles seguem agora pela marginal Pinheiros, atrapalhando o tráfego.
Os bloqueios atingem também as rodovias Anhanguera e Dutra.
Acompanhe o trânsito em tempo real
A CET informa que, às 7h, já havia 12 km de congestionamento nas vias da capital monitoradas pela companhia.
Porém, quem depende de transporte público tem uma situação mais tranquila. Trens e metrô de SP funcionam normalmente nesta quinta-feira (11).
Ao longo da manhã, diversas manifestações devem ser registradas em vários pontos da capital. No interior e na Baixada Santista, algumas categorias prometem cruzar os braços. O auge do dia para as centrais está previsto para as 12h, quando a mobilização se encontrará no vão do MASP, na avenida Paulista. De lá, entre 14h30 e 15h, o comboio seguirá em direção à praça Ramos de Azevedo, no centro, passando pela rua da Consolação, avenida Ipiranga e Barão de Itapetininga.
A SSP (Secretaria de Segurança Pública) já foi informada e deve acompanhar com um efetivo não divulgado todas as manifestações já previstas e informadas. A posição foi confirmada pelo governador do Estado, Geraldo Alckmin.
O movimento é encabeçado pela Força Sindical e pela CUT (Central Única dos Trabalhadores), associadas a outras centrais com as quais compartilham categorias de trabalhadores. Os sindicatos trabalham com ao menos oito reivindicações: redução da jornada de trabalho para 40h semanais sem redução de salários, reforma agrária, valorização das aposentadorias, suspensão dos leilões do petróleo, fim do fator previdenciário, e melhorias na saúde, transporte e educação.















