São Paulo

19/6/2013 às 19h17 (Atualizado em 19/6/2013 às 21h15)

Manifestantes fecham sentido da avenida Paulista em comemoração à redução de tarifa do transporte

Haddad e Alckmin recuaram e anunciam redução da tarifa para R$ 3 em São Paulo

Do R7

Manifestantes tomam a avenida Paulista nesta quarta-feira Reprodução/Rede Record

Manifestantes fecharam trechos avenida Paulista no início da noite desta quarta-feira (19) em comemoração ao anúncio de redução da tarifa do transporte coletivo em São Paulo. De acordo com a Polícia Militar, mais de 500 pessoas estavam no local.

A CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) chegou a recomendar aos motoristas que evitassem a região, já que os manifestantes alternavam entre os sentidos ocupados no trecho entre a alameda Casa Branca e a rua Augusta. 

Em alguns momentos, os manifestantes gritavam, “não é só R$ 0,20”. É o que também pensa o estudante Leonardo Pires.

— Além da vitória dos R$ 0,20, as manifestações são para mostrar que o povo tem o poder de mudar o que ele quer. Hoje [a passeata] é para comemorar e acho que todo mundo traz sua causa. Tem bastante gente falando de muita coisa.

Daiane de Mesquita disse que volta das tarifas a R$ 3 era necessária, mas ainda considerava “injusta” a decisão.

— Eu acho que, realmente, tem que ser um valor bem menor. Pela oferta que o município, que o governo dá para a gente de transporte.

Revogação do aumento

Após onda de protestos contra o aumento da tarifa de ônibus em São Paulo, o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, e o governador do Estado, Geraldo Alckmin, anunciaram que o preço da passagem do Metrô, CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) e ônibus será reduzido de R$ 3,20 para R$ 3. A medida passa a valer na próxima segunda-feira (24). A redução ocorre após 18 dias do aumento oficial do preço do transporte, que passou a valer no dia 2 de junho.

Ambos destacaram que o rejuste do início do mês estava abaixo da inflação. Segundo Alckmin, com isso, houve "ganhos de eficiência e produtividade para o usuário do sistema".

— Nós [Governo de São Paulo], junto com o prefeito Fernando Haddad, temos trabalhado em conjunto, em benefício da cidade, da população. Tínhamos feito um esforço importante anteriormente em razão da questão da tarifa tanto que o reajuste que seria no início do ano foi postergado para o meio de junho para evitar pico inflacionário.

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A decisão ocorreu após o dia mais violento de manifestações, ocorrido nesta terça-feira (18). Após começo pacífico, um grupo cercou a sede da prefeitura e depredou o prédio. Janelas foram quebradas e paredes pichadas. Além disso, houve saques e depredação de diversas lojas da região central da cidade. Durante a confusão, Haddad participava de um encontrou com a presidente Dilma Rousseff no aeroporto de Congonhas.

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