Para preservar investigações, caso da chacina de corintianos entra em segredo de justiça
O crime causou comoção nacional e se tornou o principal assunto da imprensa nos últimos dias
São Paulo|Do R7

A investigação da chacina que deixou oito corintianos mortos em São Paulo no último sábado (18) entrou em segredo de justiça para que o trabalho da polícia não seja prejudicado. Os crimes causaram comoção nacional e se tornaram o principal assunto da imprensa nos últimos dias.
A polícia está atrás de dois suspeitos cujos nomes já foram divulgados: Domênico e André. Equipes do DHPP (Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa) fizeram buscas em diversos endereços, principalmente na zona leste, mas não conseguiram localizá-los.
Entre as vítimas está Fábio Neves Domingos, de 34 anos, apontado pela polícia como o único alvo dos criminosos. As outras sete pessoas teriam morrido porque estavam no local no momento da execução.
De acordo com informações da Agência Estadão Conteúdo, Domingos estaria envolvido com a venda de drogas na região da Ceagesp (Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo), na zona oeste. A polícia ainda não sabe se o crime foi cometido por causa de dívida ou disputa por pontos de drogas. A ordem para execução pode ter partido do PCC (Primeiro Comando da Capital).
A Polícia Civil informou que o faxineiro que testemunhou a chacina na sede da Pavilhão 9 deve prestar novo depoimento, pois acredita que ele mentiu ao descrever os suspeitos.
Segundo o depoimento do faxineiro, homens loiros entraram armados na sede e teriam perguntado se ele era dono do local. Ele afirmou que era apenas o faxineiro, por isso escapou de ser morto. A polícia afirma que os homens apontados como os autores não são parecidos com as características descritas pela testemunha.
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