Protestos em São Paulo são rápidos e trânsito tem lentidão abaixo da média
Centrais sindicais realizam série de manifestações pelas rodovias e avenidas da capital
São Paulo|Do R7

São Paulo amanheceu com uma série de manifestações em diversos pontos da capital, mas os movimentos têm sido pontuais e rápidos, conforme apuração do R7, da Rede Record e dos repórteres Thiago de Araújo e Daia Oliver.
Apesar de provocarem congestionamento, os manifestantes vêm se dispersando e trânsito está abaixo da média para o horário, informa a CET. Às 9h, havia apenas 1 km de lentidão nas vias monitoradas pela companhia.
Um grupo de sindicalistas protestou ao longo da marginal Pinheiros, mas sem prejudicar o trânsito. Um carro de som transita quase no final do Cebolão, sentido Tietê. Segundo a CET, não há complicações na marginal Tietê.
Acompanhe o trânsito em tempo real
Pela manhã, ocorria um protesto perto do aeroporto de Congonhas, mas a CET informa que o trânsito foi liberado na avenida Washington Luís, na zona sul da cidade.
Na avenida Nações Unidas, na zona sul da cidade, manifestantes atearam fogo em um veículo do modelo Logus, na altura do número 23.253, em frente a uma concessionária. O carro foi totalmente destruído.
A Polícia Militar ainda não tinha informações sobre o proprietário e se alguém foi obrigado a descer do veículo. Ele foi retirado da via para liberar o trânsito.
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No centro de São Paulo e na zona oeste, o trânsito está livre. O fluxo de carros é tranquilo nas avenidas Ipiranga, Rio Branco, Pacaembu, Rudge Ramos e na área da Barra Funda.
Ao longo da manhã, diversas manifestações devem ser registradas em vários pontos da capital. No interior e na Baixada Santista, algumas categorias prometem cruzar os braços. O auge do dia para as centrais está previsto para as 12h, quando a mobilização se encontrará no vão do MASP, na avenida Paulista. De lá, entre 14h30 e 15h, o comboio seguirá em direção à praça Ramos de Azevedo, no centro, passando pela rua da Consolação, avenida Ipiranga e Barão de Itapetininga.
A SSP (Secretaria de Segurança Pública) já foi informada e deve acompanhar com um efetivo não divulgado todas as manifestações já previstas e informadas. A posição foi confirmada pelo governador do Estado, Geraldo Alckmin.
O movimento é encabeçado pela Força Sindical e pela CUT (Central Única dos Trabalhadores), associadas a outras centrais com as quais compartilham categorias de trabalhadores. Os sindicatos trabalham com ao menos oito reivindicações: redução da jornada de trabalho para 40h semanais sem redução de salários, reforma agrária, valorização das aposentadorias, suspensão dos leilões do petróleo, fim do fator previdenciário, e melhorias na saúde, transporte e educação.















