Samara Soares Costa foi indiciada, nesta segunda-feira (4), como a autora do disparo que o matou Élcio Donizete Spinassi, conhecido como “Rei do Morango”, em 3 de março de 2010, em Jarinu, interior de São Paulo.
Apesar das provas, Samara aguarda julgamento em liberdade. A polícia chegou a pedir a prisão temporária e a preventiva de Samara, mas foram negadas pela Justiça. Ela teve o passaporte apreendido pela polícia e está proibida de deixar Jarinu.
Para o delegado Marcelo Fehr, que investiga o caso, Samara é uma pessoa muito fria e premeditou o crime. Ela foi denunciada por três delitos: homicídio duplamente qualificado, denunciação caluniosa e fraude processual.
— Ela [Samara] demonstrou uma frieza enorme durante todo o processo investigativo, mentiu muito e tentou induzir a polícia em erro. Tanto é que ela acusou pessoas que ela sabia que eram inocentes, já que ela cometeu o crime. Essas duas pessoas chegaram a ser presas. Ela também implantou um prova, um projétil. Ou seja, ela é muito fria, muito articulada e com certeza premeditou essa ação delituosa.
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O delegado também falou sobre a possibilidade da suspeita fugir.
— Na prática, não há impedimento nenhum de que ela de fato possa fugir. Ela administra, em nome do filho, metade da fortuna dele. O que permite ela levar uma vida de princesa e também fugir no momento em que bem queira.
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