Saúde

21/8/2013 às 17h53 (Atualizado em 21/8/2013 às 20h27)

Brasil trará 4.000 médicos cubanos

Profissionais serão encaminhados para regiões que não foram escolhidos por médicos brasileiros

Do R7

Divulgação

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou em coletiva de imprensa nesta quarta-feira (21) a vinda de 4.000 médicos de Cuba para as vagas que não foram preenchidas por médicos brasileiros no programa Mais Médicos.

O acordo foi afirmado entre o governo brasileiro e a OPAS (Organização Pan-Americana da Saúde). Segundo o ministro, 400 médicos já serão encaminhados para a primeira parte do programa.

A previsão é que mais 2.000 médicos cubanos cheguem no dia 4 de outubro para as vagas não preenchidas no segundo mês do programa Mais Médicos. 

Os profissionais serão encaminhados para as 701 municípios que estão no programa, mas não foram escolhidos por médicos brasileiros formados no Brasil ou no exterior. Destas cidades, 84 % estão na região Norte e Nordeste do País. 

De acordo com o ministro, 84% dos médicos cubanos encaminhados para o Brasil têm mais de 16 anos de experiência e todos já participaram de missões internacionais em países que falam português. Além disso, todos são especializados em medicina familiar e comunitária.

Além de Cuba, OPAS continua buscando parceria de países, universidades e organizações de outros países para participar do programa.

Dois estrangeiros são desclassificados do programa Mais Médicos

Em setembro, 358 médicos estrangeiros começam a trabalhar no Brasil

Investimento

Para trazer os médicos cubanoss, o ministério da Saúde investirá, via Opas, R$ 511 milhões até fevereiro de 2014. O governo repassará à Opas recursos equivalentes às condições fixadas pelo edital do Mais Médicos – de R$ 10 mil para cada médico

Federação Nacional de Médicos

O presidente da Fenam (Federação Nacional dos Médicos) Geraldo Ferreira afirmou que a qualidade dos profissionais cubanos é duvidosa  

— Segundo depoimentos de autoridades médicas da Bolívia e Venezuela, foi possível perceber que a atuação destes médicos são muito próximo de brigada militar, ao invés de um profissional de saúde.  

Conselho Federal de Medicina 

O CMF (Conselho Federal de Medicina) disse em nota que a vinda de médicos cubanos ao País é eleitoreira e responsável. A entidade condenou a entrada dos profissionais antes de terem seus diplomas médicos revalidados e comprovarem conhecimento da língua portuguesa.    

De acordo com o conselho, a medida do governo federal coloca a população destas 701 regiões em situação de risco com a vinda dos médicos cubanos.   

Segunda fase

segunda fase de inscrições foram abertas nesta segunda-feira, 19. Prefeituras e profissionais que não aderiram ou que não completaram a inscrição na primeira fase terão até o dia 30 para se inscrever. O primeiro mês de seleção contabilizou a adesão de 3.511 municípios, que indicaram 15.460 vagas. Ao final dessa etapa, 1.618 profissionais confirmaram participação.

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