Logo R7.com
RecordPlus

EUA reavaliam vínculo entre remédio contra diabetes e risco cardíaco

Comercializado com o nome de Avandia, medicamento é proibido no Brasil e na Europa

Saúde|Do R7

  • Google News
Especialistas estão revisando um teste clínico do medicamento contra diabetes Avandia
Especialistas estão revisando um teste clínico do medicamento contra diabetes Avandia Adam Majchrzak/Getty Images/iStockphoto

Especialistas estão revisando um teste clínico do medicamento contra diabetes Avandia, da empresa farmacêutica GlaxoSmithKline, de uso restrito nos Estados Unidos e proibido no Brasil e na Europa por temor de que aumente o risco de ataque cardíaco, afirmaram entidades reguladoras esta quarta-feira (5). A proposta é decidir se as restrições devem ser retificadas.

O FDA (agência americana que regula alimentos e medicamentos) informou que um painel de 28 membros deve decidir sobre uma nova análise dos resultados de um teste da GSK denominado RECORD, que confirmou as descobertas iniciais da companhia de que o Avandia não trazia riscos cardíacos maiores do que qualquer outro remédio contra o diabetes existente no mercado.


Diabetes: você sabe se tem essa doença?

Recentemente, a GSK pagou pesquisadores da Universidade Duke, na Carolina do Norte, para fazer esta nova análise de dados.


Diabetes: descubra os mitos e verdades sobre a doença

Especialistas da FDA anunciaram esta semana no site da agência que "de modo geral, parece que os procedimentos de readjudicação e execução da Duke foram rigorosos". Uma readjudicação é uma revisão independente.


— De modo geral, a readjudicação apoia a observação anterior de que, neste teste, a rosiglitazona (substância ativa do Avandia) não estava associada com mortalidade crescente por causas gerais ou uma mortalidade cardiovascular aumentada.

Conheça os famosos que não escondem que têm diabetes


Os especialistas, assim, endossaram a reavaliação feita na Duke e, de fato, a conclusão expressa pela GSK.

Em 2010, a FDA estabeleceu duras restrições ao uso do Avandia, que se seguiram a recomendações de especialistas independentes que tinham concluído que a droga aumentava significativamente o risco de ataques cardíacos.

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.