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Embrapa firma parceria com a China para levar inteligência artificial à agricultura familiar

Segundo a presidente da instituição, Sílvia Massruhá, o objetivo é adequar as soluções às necessidades dos produtores nacionais

Agronegócios|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Embrapa e instituições chinesas firmaram parceria para desenvolver tecnologias de inteligência artificial para agricultura familiar no Brasil.
  • Acordo inclui a criação de um centro virtual de inteligência artificial e intercâmbio de pesquisadores entre Brasil e China.
  • Objetivo é adaptar tecnologias às necessidades dos produtores nacionais, evitando o aumento da desigualdade digital.
  • Parceria visa também demonstrar avanços tecnológicos brasileiros ao mercado internacional, ampliando a competitividade do setor.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

A Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) e instituições da China firmaram um acordo para desenvolver e adaptar tecnologias de inteligência artificial, automação e robótica voltadas à agricultura familiar brasileira. A parceria prevê a criação de um centro virtual de IA para o setor e o intercâmbio de pesquisadores entre os dois países.

Segundo a presidente da empresa, Sílvia Massruhá, o objetivo é adequar as soluções às necessidades dos produtores nacionais. “A ideia é do codesenvolvimento, não é só a gente transferir tecnologia, não só eles também transferirem para a gente, na verdade é o codesenvolvimento para a gente adaptar para a nossa realidade”, afirmou em entrevista ao Record News Rural.

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Embrapa e instituições da China firmaram um acordo para desenvolver e adaptar tecnologias de IA Reprodução/Record News

A iniciativa pretende aplicar tecnologias digitais em diferentes culturas e sistemas de produção, considerando as particularidades dos biomas brasileiros. Entre as possibilidades estão o uso de drones para monitorar lavouras, inteligência artificial para identificar doenças e ferramentas para melhorar a colheita.

Para Sílvia, a inclusão digital é necessária para evitar o aumento da desigualdade. “E se a gente não fizer uma inclusão digital do pequeno e médio produtor, da agricultura familiar, vai aumentar o gap entre eles e os grandes produtores”, disse.

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A presidente da Embrapa também destacou que a cooperação pode contribuir para demonstrar ao mercado internacional os avanços tecnológicos e os mecanismos de rastreabilidade da produção brasileira, em um cenário de exigências ambientais e comerciais. Segundo ela, a adaptação das tecnologias às condições nacionais é essencial para ampliar a competitividade do setor. “Não adianta só a gente trazer essas tecnologias para cá, nós temos que adaptar para a nossa realidade”, afirmou.

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