Entenda a importância da vacinação contra a brucelose para proteger o rebanho
Iagro regulariza e monitora imunização no Mato Grosso do Sul; doença pode infectar tanto animais quanto humanos
Agronegócios|Do R7, com RECORD NEWS
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A brucelose bovina afeta o sistema reprodutivo dos rebanhos e pode atingir tanto animais quanto humanos. No Mato Grosso do Sul, a vacinação contra a doença é obrigatória em fêmeas da espécie e também entre bubalinas de três a oito meses, uma regra fiscalizada com rigor pela Iagro (Agência Estadual de Defesa Sanitária, Animal e Vegetal).
A prevalência da enfermidade no estado é alta e o monitoramento deve ser constante. “Se foi detectado que não foi feita a vacina, a partir desse momento é feita a autorização para comprar [...] e aplicar”, declarou o diretor-presidente da Agência, Daniel Ingold. Cuidados especiais também devem ser aplicados na hora da vacina.
O medicamento só pode ser administrado por um médico veterinário cadastrado pela Iagro e com as devidas medidas de segurança, uma vez que a vacina pode contaminar a pessoa que a manuseia. Duas fórmulas são utilizadas: a B19, para animais e fêmeas até oito meses, e a RB51, aplicada em fêmeas até oito meses ou acima da faixa etária.
Uma vez medicado, o rebanho deve ser marcado na face esquerda para auxiliar no controle da medicação. Ao contrário da febre aftosa, a vacinação contra a brucelose não é apenas uma exigência sanitária, mas uma forma de proteger os animais e a equipe que trabalha com eles.
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