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Adolescente suspeito de estuprar e matar enteada de 2 anos pode ser solto em poucos dias

Avó da criança pede justiça e cobra uma punição mais severa para o suspeito do crime

Bahia|Do R7 com Record Bahia

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Alana Souza da Silva foi estuprada e morta pelo padrasto
Alana Souza da Silva foi estuprada e morta pelo padrasto
Adolescente vai responder por ato infracional semelhante ao homicídio, por ser menor de idade.
Adolescente vai responder por ato infracional semelhante ao homicídio, por ser menor de idade.

O adolescente de 17 anos suspeito de estuprar e matar a enteada de apenas dois anos em Madre de Deus, na RMS (região metropolitana de Salvador), deve ficar em liberdade ao atingir a maioridade. A família da vítima está inconformada.

Dias após a morte cruel da pequena Alana, a avó da menina, Alba Silva, ainda não conseguiu superar a dor.


— Eu amava minha neta, minha neta é um pedaço de mim. Eu me enterrei junto com minha neta. Esqueceram de me enterrar, porquê eu tenho que tá lutando por ela.

A criança foi encontrada morta dentro de casa. O principal suspeito do crime é o padrasto da menina, com quem a mãe de Alana vivia há três meses.


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A avó de Alana afirmou que o adolescente já agrediu a menina diversas vezes.

— Queimou a menina de ortiga, beliscava, queimava de cigarro, batia na menina, dava tapa no rosto da menina como dava tapa no adulto. Eu quero que ele pague pelo que ele fez. (sic)


O adolescente foi trazido para o Centro Socioeducativo em Salvador. Ele vai responder por ato infracional semelhante ao homicídio, por ser menor de idade. Os familiares da vítima estão com medo, pois o adolescente pode ser solto nos próximos dias, quando completar 18 anos.

Os parentes da criança querem que o laudo do IML (Instituto Médico Legal), que comprova o estupro, seja incluído no processo.

— Não é possível que um monstro desse seja solto e faça pior ainda com outras crianças. O que nós queremos, na realidade, é que esse cara fique preso de verdade. 

A avó da criança pede justiça e cobra uma punição mais severa para o suspeito do crime.

— Não deixe ele em liberdade, deixe que ele pague pelo que fez. Eu não quero que ele morra, eu quero que ele pague pelo que ele fez. Jamais eu vou pedir a morte dele, não, porque eu tenho filho também.

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