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Apesar de negar clima pré-eleição, políticos testam popularidade na festa do Bonfim

Movimentos sociais também participaram da festa reivindicando melhorias para população

Bahia|Do R7

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Festa recebeu título de patrimônio imaterial nacional
Festa recebeu título de patrimônio imaterial nacional

A festa do Bonfim realizada desde 1745, em Salvador, contou com a presença de políticos e movimentos sociais nesta quinta-feira (16). O prefeito ACM Neto, o governador Jaques Wagner, o vice governador Otto Alencar, a Ministra da Cultura, Marta Suplicy, o presidente da ALBA (Assembleia Legislativa da Bahia), Marcelo Nilo, o ex-governador Paulo Souto e o ex-ministro Geddel Vieira Lima, foram alguns dos políticos que participaram do evento, mas negaram clima de pré-eleição.

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Apesar disso, ACM Neto disse que a festa também serve para os políticos testarem a popularidade.

— Claro que é um termômetro e o momento de termos contato com todo mundo. Cada um aproveita para ver o que está certo e o que está errado. É um bom momento para isso também.


Wagner falou da importância do título de patrimônio imaterial nacional que a festa recebeu.

—A festa está no calendário Brasileiro, e mundial, o IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) reconhece como patrimônio cultural, acho importante.


Grupos sociais como o Movimento Negro, e o Passe Livre também participaram do evento e aproveitaram para reivindicar do poder público melhorias para a população.

De acordo com Roberto Rodrigues, diretor do Movimento, a data é um momento importante para exigir melhores condições para a sociedade, como para a educação.


—Tem que exigir do poder público que melhore a nossa condição de vida, das nossas escolas, nossos alunos, nosso povo do Brasil.

O Movimento Passe Livre aproveitou a oportunidade e apresentou uma nova proposta, que seria a extensão do bilhete único por mais uma hora.

Segundo o diretor do movimento Passe Livre, André Saback, as duas horas estabelecidas pela prefeitura para a utilização do bilhete único, não são suficientes para os usuários do transporte público por conta dos engarrafamentos na cidade.

—As pessoas ficam presas nos ônibus e acabam não conseguindo usar o bilhete único.

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