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Bancada do PT-BA diz que operação da PF foi "desnecessária e desastrada"

Mandatos foram cumpridos na sede do PT, no bairro do Rio Vermelho

Bahia|Do R7

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Operação Hidra de Lerna cumpre 16 mandados de busca e apreensão
Operação Hidra de Lerna cumpre 16 mandados de busca e apreensão

Após a ação da Polícia Federal na manhã desta terça-feira (4) na sede do PT (Partido dos Trabalhadores), no Rio Vermelho, em Salvador, a bancada do partido na Assembleia Legislativa da Bahia enviou nota repudiando a operação. Segundo o PT, a PF realizou uma operação de busca e apreensão com um mandado "genérico, inespecífico e desacompanhado da decisão que determinou a sua expedição".

A bancada do PT também define a ação como "desnecessária e desastrada".


— A Operação Hidra de Lerna investiga supostas contratações irregulares ocorridas em outros Estados da federação, sendo assim desnecessária e desastrada a ação ocorrida na Bahia e na sede da agremiação.

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Em nenhum momento o PT e seus dirigentes negaram o acesso da Polícia Federal ou do Poder Judiciário aos documentos arrecadados. Até porque todos estão encartados no processo de prestação de contas e são acessíveis por qualquer cidadão ou cidadã.

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O partido afirma que toda contratação de empresa para a campanha de 2014 foi regular, legal e legitima. O PT ainda disse que não houve justificativa para a "ação policial violenta, que se traduziu como fino espírito de um estado de exceção que abala as instituições democráticas".

— Toda ação resultou em um desperdício de dinheiro público com toda a pirotecnia da operação que envolveu mais de 20 policiais federais para levar documentos já conhecidos do Poder Judiciário, além de prejuízos patrimoniais ao Partido dos Trabalhadores com desnecessários arrombamentos de portas, tumultuando a ação do partido nas eleições de 2016.

A Operação Hidra de Lerna cumpre 16 mandados de busca e apreensão e investiga um grupo criminoso responsável tanto pela possível prática de financiamento ilegal de campanhas políticas na Bahia quanto por esquemas de fraudes em licitações e contratos no Ministério das Cidades.

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