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SSP orienta foliões a não consumirem drinques caseiros comercializados no Carnaval

Muito comum nas festas, drinques como 'Príncipe Maluco' podem colocar em risco a saúde

Carnaval Salvador 2017|Do R7

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Preparada, em geral, pelo próprio vendedor, esta bebida é uma mistura alcoólica, da qual participam ervas e outras especiarias
Preparada, em geral, pelo próprio vendedor, esta bebida é uma mistura alcoólica, da qual participam ervas e outras especiarias

Muita gente desconhece os riscos que se escondem por trás do consumo de bebidas de fabricação caseira ou de origem desconhecida. Muito comum nas festas carnavalescas, drinques como 'Príncipe Maluco' podem colocar em risco a saúde e o bem-estar dos foliões. Preparada, em geral, pelo próprio vendedor, esta bebida é uma mistura alcoólica, da qual participam ervas e outras especiarias, que ampliam os efeitos no organismo, provocando fortes reações.

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Vodka, conhaque, whisky, aguardentes, guaraná em pó, canela e energético são misturados e colocados num recipiente para maturar, sendo comercializados posteriormente nos circuitos da folia. A SSP (Secretaria da Segurança Pública) alerta que bebidas deste tipo, de origem indefinida, devem ser evitadas.


A perita criminal Maiana Teixeira, da Coordenação de Bromatologia Forense do Departamento de Polícia Técnica, já analisou bebidas feitas artesanalmente e garante que elas podem conter altos níveis de metanol, substância que quando ingerida provoca reações diversas.

Os xaropes e ervas utilizadas na preparação dos drinques dão um sabor agradável e podem levar o folião a consumir mais. O tenente-coronel Nascimento, que pediu moderação nos festejos, explicou que o álcool em excesso traz consequências graves, como o coma ou uma parada cardíaca.

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