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Cesta básica de Salvador registra alta de preço no mês de Junho 

Apesar da alta a cesta básica  passou a ser a segunda mais barata dentre as 18 capitais

Bahia|Do R7

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Alimentos como: feijão, óleo de soja e farinha de mandioca registraram redução nos preços
Alimentos como: feijão, óleo de soja e farinha de mandioca registraram redução nos preços

A cesta básica de Salvador registrou alta de preço em junho, mas num ritmo menor que o dos meses anteriores. Apesar da alta, a cesta básica de Salvador passou a ser a segunda mais barata dentre as 18 capitais pesquisadas pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). Em junho, a variação foi de 0,52%, contra 1,14% de maio. Assim, a cesta subiu de R$ 277,52 para R$ 278,97.

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A cesta básica, calculada em Salvador e demais capitais do Norte/Nordeste é composta de 12 produtos, e o custo da alimentação básica da família toma como referência uma família composta por quatro pessoas: dois adultos e duas crianças.

O preço médio do feijão caiu 3,08% em Salvador, após registrar alta nos três meses anteriores. Já o preço do tomate subiu 3,45% em junho, acumulando alta de 48,51% no primeiro semestre do ano em Salvador. Esta foi a quarta alta seguida do produto. A oferta do fruto foi comprometida por problemas de produtividade nas safras de inverno, o que pressionou para cima o preço em diversas capitais. A banana também registrou, em junho, a quarta alta consecutiva em Salvador, com variação de 1,65% no mês.


O óleo de soja reduziu o preço médio em 1,77% em Salvador. Outras dez cidades pesquisadas também registraram redução no preço do óleo. A farinha de mandioca também registrou redução de 2,61% no preço médio em junho, acumulando a quinta redução seguida apurada em Salvador e uma variação de -12,10% no ano.

Variações nas Capitais


Em junho, os preços do conjunto de bens alimentícios essenciais diminuíram em 10 das 18 capitais onde o DIEESE realiza mensalmente a Pesquisa da Cesta Básica de Alimentos. As maiores quedas foram registradas em Belo Horizonte (-7,33%), Campo Grande (-4,55%), Porto Alegre (-4,00%) e São Paulo (-3,25%).

As altas mais expressivas foram observadas no Norte e Nordeste: Manaus (6,08%), João Pessoa (3,43%), Aracaju (2,45%) e Recife (1,53%). Florianópolis foi a única capital de fora dessas regiões que apresentou aumento no valor da cesta (0,98%). São Paulo foi a cidade onde se apurou o maior valor para a cesta básica (R$ 354,63). A segunda maior cesta foi observada em Florianópolis (R$ 353,76), e em Porto Alegre (R$ 351,36). Os menores valores médios da cesta foram verificados em Aracaju (R$ 247,64), Salvador (R$ 278,97) e João Pessoa (R$ 281,70).

Ainda de acordo com o DIEESE, a jornada de trabalho necessária para a compra dos alimentos essenciais por um trabalhador que ganha um salário mínimo foi de 96 horas, na média das 18 capitais, em junho. O que significa menos tempo que o estimado para maio, quando era de 96 horas e 51 minutos e também em relação ao exigido em junho de 2013, quando a jornada era calculada em 97 horas e 22 minutos.

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